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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Primeiro mês da Ana Bel

A chegada da Ana Bel foi muito esperada, além do pai e de mim ainda tinha mais os 3 irmãos, que estavam na expectativa para conhecê-la e para entenderem como seria dividida nossa a vida a partir da chegada dela.
O começo foi tenso, essa seria a melhor palavra para descrever pelo menos a primeira semana em que ela esteve em casa. Eu tentava me adaptar aos cuidados dela, porque cada criança é única e mesmo com toda minha experiência anterior foi difícil. E fora isso ainda não sabia como agir com os outros, qualquer palavra ou ação da minha parte que fosse mal entendida  ou em um momento errado gerava choros e caras feias.
Descobri que não sabia mais dar banho, ri com isso, cheguei a graus de enorme exaustão e lembrei a duras penas como é cansativo amamentar, pois em uma hora estava disposta e logo em seguida já está cansada.
Dei conta, na semana seguinte ao nascimento da Bel, maridão voltou trabalhar e eu tive que ficar com os 4 sozinha. Teve dias que senti vontade de sentar e chorar, teve dias que sentei e chorei, conforme o tempo foi passando eu fui priorizando e reaprendendo, ter um bebê é punk, ter um bebê e mais 3 crianças é mais ainda, nem tudo é perfeito e essa é a graça. Enfim decidi não me cobrar, fazer as coisas que podia, quando podia e assim fica mais leve.
Adrian tem me ajudado bastante, faz tudo o que peço e fica feliz em ajudar, o único sorriso que Ana Bel deu até agora foi para ele. Mas também sente ciúmes, embora tente esconder, eu sei por suas atitudes, seus olhares mesmo ele não falando nada.
Bj no começo disse que não ajudaria em nada, já no primeiro dia deixou claro que achava a irmã uma fofura, mas que quem tinha de cuidar dela era eu ( no que ele tem toda a razão) e que me emprestava para ela mesmo eu sendo somente dele.
Foi o mais sensato e o que menos teve ciúmes dos 3, em um dia que Adrian e Baby me respondiam porque estavam enciumados, enquanto eu fazia a janta deles, ele deu uma lição de moral nos dois: 
_ Vocês não estão vendo que a mãe está operada? Que além de cuidar de nós 3, ela ainda tem que cuidar de um bebê? E vocês ficam falando assim, malvados com ela?

O Adrian olhou assustado para ele e parou, Baby também silenciou.

Para explicar o que aconteceu com a Baby precisarei de um texto inteiro.

Ana Bel, dorme bem, mama bem. É uma menina tranquila, forte, serena. No começo do mês mamava de hora em hora, agora mama cada duas horas durante o dia e dá um intervalo de 3 a 4 horas a noite, não chora para tomar banho e nem para trocar fraldas, percebo que não é muito chegada em ficar em colos de estranhos. Já fica acordada por algumas horas só observando, adora procurar uma claridade como da janela ou tv.
Me percebe, me espera, me entende, cada dia mais estamos nos entendendo e compreendendo.

Esse mês serviu para mostrar que eu consigo cuidar de todos, meio aos trancos e barrancos, mas consigo. Enquanto preparo banho de um, arranco dente do outro, esquento janta, alcanço roupas e assim entraremos 2015, ainda em adaptação, minha sorte que até dia 14 maridão tá em casa de férias.

Desejo a todos um excelente final de ano e muitas felicidades.

Fotos para comparar...








domingo, 2 de dezembro de 2012

E não deu!

Eu tentei trabalhar fora diariamente como alguém normal e não deu.
Em maio comecei a trabalhar , trabalhei como faxineira e auxiliar de cozinha em um motel, comecei nesse emprego porque era de madrugada , trabalhava 12 horas e folgava 36 horas, esse horário para mim era ótimo, pois a Baby ainda não fica na escolinha e eu não tenho muitas opções de onde deixá-la, além de não querer deixar com ninguém mesmo, eu gosto de educar, ensinar e prefiro não terceirizar essa fase da infância de meus filhos, eu acho muito legal as mães que conseguem , porém eu não consegui, primeiro que esse trabalho que eu fazia não me agradava e sair da minha casa, deixar meus filhos para eu fazer o que eu não gosto só se eu precisar muito, me dou esse direito, acredito que todos tem de se dar esse direito, fazer o que gosta e com amor, e eu definitivamente não fazia o que gostava lá no motel, gostava das pessoas com quem trabalhava, mas o serviço não era para mim não, então em julho recebi a proposta de trabalhar de chefe de bar em uma balada que iria inaugurar perto da minha casa, trabalho sem registro pago por dia, porém  somente sexta e sábado, o que para mim é uma ótima, afinal ter a semana toda para cuidar dos pimpolhos é tudo de bom, entretanto devido alguns problemas familiares e financeiros eu tive de encontrar um outro emprego, em agosto comecei a trabalhar em um call center, eu tenho experiência ,e lá tinha possibilidade de crescer, e eu estava nos dois , durante a semana no call center e no fim de semana na balada, e assim foi até que meu marido arranjou trabalho , nesse meio tempo em que estive em dois empregos ele estava cuidando dos pais e da Baby e me ajudava com a casa, no momento em que ele me disse que iria trabalhar eu tive de escolher, se deixaria a Baby em escolinha, se valeria a pena, me questionei se estava valendo a pena sair todos os dias, vi que tinha perdido reuniões nas escolas dois meninos, que estava muito cansada para eles, que eles estavam muito carentes, e entendi que ficariam ainda mais com a ausência minha e do maridão e escolhi então priorizar a minha família, atendê-los da melhor forma.
Definitivamente esse negócio de trabalhar fora todos os dias não é comigo,  pelo menos não nesse momento.  Por agora estou só na balada, somente finais de semana,retornando ao blog, a minhas coisas de casa e fazendo os meus pequenos felizes.
Ano que vem se tiver uma vaga a Baby vai para escola, e eu vou para faculdade, tenho vários projetos que tem de ser pensados com calma para que não sejam parados no meio do caminho.
Conclusão, não deu gente, tentei, e realmente ser mãe em tempo integral é minha profissão atualmente.
Beijos e boa semana!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Para a minha mãe!!!!!!

Minha mãe é a pessoa mais especial do mundo para mim, embora eu já tenha feito muitas coisas que á fizeram sofrer, eu amo do fundo do meu coração, na verdade eu a amo até atravessar o céu!
Minha mãe e bem jovem , e sua jovialidade me deixa feliz em tê-la por perto, pois o seu espírito é mais jovem que o meu, e isso nos completa.
Ela é minha melhor amiga e minha confidente, e sei que nunca vai deixar de me amar ou me trair.
Quando tive os meus filhos foi para ela que eu recorri na horas de dúvida e ainda recorro.
Ela me ensinou a dar valor para família e tenho nela o meu porto seguro, uma das frases que ela disse sobre a família que eu acho linda é: Família é o grupo de pessoas que tem as mesmas recordações.
Minha mãe é minha maior incentivadora em todas as minhas empreitadas. E também fica triste quando não me esforço, um sentimento que só hoje sei o que é.
Minha mãe sempre fez o melhor pra mim, mesmo muitas vezes sofrendo por isso, é uma pessoa generosa, que preferiu ficar longe de mim , para que eu tivesse coisas que ela não podia dar.
Ela é maravilhosa, embora as vezes, muitas vezes não se sinta assim, ela é uma heroína para mim, e tenho uma profunda admiração pela pessoa que ela é.
Eu gostaria de ser como ela e as pessoas me criticam por isso, mais no fundo eu não estou nem ai para o que os outros falam, eu vou continuar copiando ela em tudo o que eu acho legal e ponto.
Minha mãe esse ano não ganhou um bolo de aniversário e eu fiquei arrasada, foi por pura falta de comunicação, então resolvi fazer esse pequeno testo pra dizer a ela e pra quem quiser ouvir.
Mãe eu te amo, e não seria nada sem você!
Uma Rainha, um Amor, uma Vida!

domingo, 18 de março de 2012

Conheçam criação by Adrian!

Mãe da Hora apresenta orgulhosamente uma criação de Adrian:

NICOLAU O VAMPIRO QUE TINHA DE SER MAL.


Nicolau era um vampiro legal.
Mais seu pai lhe dizia: _ Nicolau você deve ser mal.
Nicolau não sabia por onde começar.
Pois queria amigos com quem brincar.
E o pai sempre lhe repetia: _ Nicolau você deve ser mal.
Nicolau tentava, tentava sem querer desrespeitar o pai.
Mas maldade mesmo, coisa de vampiro, ele não fazia, pois tinha um grande coração!
E o pai lhe repetindo: _ Ai, Nicolau porque você não é mal?
Um dia Nicolau sorria! Descobriu que nasceu para amigos ter. Que o pai lhe perdoasse.
Porque Nicolau nunca quis ser mal.

Fim

Essa é uma das histórias que fizemos juntos eu e o meu artista de 6 anos.
Beijos