Nunca é fácil, em quase 4 anos de aulas em escolinha e escola deixar os meus filhos aos cuidados de outras pessoas não é fácil!
Em 2009 o Adrian foi para o maternal 3, ficou exatamente 6 meses em adaptação, pois não gostava de tirar o cochilo da tarde, chorei feito criança quando cheguei em casa, ele ficou chorando e as coisas foram logo se ajeitando ele não chorava se não tivesse que ficar para dormir.
Em 2010 eu grávida da Baby, coloquei o Bj na mesma escolinha que o Adrian estudava, chorou muito e eu chorei também, os primeiros 2 meses foram difíceis, e tivemos recaídas ao longo dos 3 anos que ele ficou lá.
Em 2011 Adrian ingressa no primeiro ano do fundamental 1, ele não chorou no primeiro dia de aula, eu e meu esposo deixamos ele, reservado e tímido, mas feliz. Vim para casa chorando como sempre. No segundo ano ele chorou, não queria ficar no primeiro dia, depois foi tranquilo.
2013, foi o primeiro ano do Bj na escola, a mesma que o Adrian estuda, fiquei impressionada com a maturidade do Adrian e com a serenidade do Bj, ele que estava ávido por aprendizado e tornou-se um aluno excelente, considerado muito quieto.
Esse ano como um dejavú, no primeiro dia de aula do segundo ano o Bj chorou, enquanto esperávamos a professora chamar seu nome, eu estava com a mão em seu peito e o seu coração estava acelerado, foi o terceiro a ser chamado mas o primeiro da fila. Seguiu de mãos dadas com a professora e eu fui atrás com o Adrian. Quando cheguei ele já estava sentado na primeira carteira próximo da janela, fui até ele para lhe dar um beijo e nesse momento seus olhos verteram lágrimas que ele estava reprimindo até minha chegada. Conversamos e ele me disse que não conseguia parar de chorar porque ficaria com muitas saudades minhas.
Saí da sala com o coração apertado, não chorei, ainda tinha de levar o Adrian em sua sala, este foi sem grandes preocupações, só me pediu para não ficar beijando-o na frente dos colegas.
Antes de sair fui olhar o Bj de longe, já não chorava porém estava sério aguardando o primeiro dia de aula.
Vim caminhando o trajeto da escola até em casa, durante 30 minutos chorei e refleti porque eles choram no primeiro dia do segundo ano de aula. Deduzi que é esse o momento que eles percebem "um dos cortes do cordão", no segundo ano eles sabem exatamente como vai ser o ano todo e sentem que estão crescendo e que nada poderá impedir esse crescimento.
Minha preocupação é: até quando vou chorar quando eles forem pra escola?
Ps: esse post foi longo e demorou mais de um mês para ser concluído e ainda acho que ele não disse tudo o que devia.
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terça-feira, 11 de março de 2014
quarta-feira, 20 de março de 2013
Corações Apaixonados!?
E os meninos estão crescendo...
Hoje pela manhã estávamos tomando nosso café e o Bj ( 5anos) solta a seguinte frase:
_ Mãe tem uma menina apaixonada por mim!
E eu com a maior cara de não-sei-o-quê fiquei olhando para ele sem saber o que responder, após um momento de suspense eu tentando mostrar a maior naturalidade perguntei:
_ É meu filho como você sabe, ela te disse?
_ Na verdade ela fica implicando comigo mãe, mais também me disse que toda a família dela quer me conhecer.
Meu coração gelou, eu engasguei , devo ter ficado branca igual papel, o que??? A menina além de implicar com ele ainda queria algo sério?? Com a minha cara entre o riso e a indignação, perguntei o nome da cidadã, e é G.
Ele estava super orgulhoso e descontraído me contando, achei bonito isso, o compartilhar com a mãe, pois pela risadinha do Adrian (7anos) ele já sabia, cumplicidade de irmãos como sempre.
E sabem, eu tô perdida já venho passando por isso com o Adrian faz tempo, ele todo ano tem uma amiguinha especial , ano passado ele estava encantado com a K. como relatei aqui! Essa menina partiu o coração dele, quando falou claramente que preferia ser amiga de um tal de L. do que dele, conversei, tentei contornar e talvez ele tenha superado , nessa altura do ano ainda não se encantou com nenhuma outra menina, a K. ainda está presente em nossas conversas embora que se sem o mesmo entusiasmo, mas o Adrian é o mais velho e faz algum tempo que venho lidando com suas amizades apaixonadas e confesso ainda não me sinto confortável , então nem bem tô me ajustando com o Adrian, vem o meu caçula, o meu dengo , o meu ursinho ( momento exagero ) e me sai com uma dessas?? É demais pra mim gente...
Eu sou nova demais para ser sogra, e estou conhecendo o meu lado mega ultra ciumenta, nem do maridão tenho tanto ciúmes assim, na verdade acredito que não é ciúmes e sim cuidado, proteção, afinal quem quer ver o seu filho sofrer por amor, mesmo sendo um amor infantil, se não correspondido pode fazer o pimpolho ficar triste e me contem que mãe aguenta isso? Acho que nenhuma né e o que não me conformo é saber que isso tende a piorar.
Bem acho que é isso um post desabafo, agora vou aproveitar e chamegar a Baby (2 anos) que ainda é apaixonada exclusivamente pelo pai.
Beijos
Hoje pela manhã estávamos tomando nosso café e o Bj ( 5anos) solta a seguinte frase:
_ Mãe tem uma menina apaixonada por mim!
E eu com a maior cara de não-sei-o-quê fiquei olhando para ele sem saber o que responder, após um momento de suspense eu tentando mostrar a maior naturalidade perguntei:
_ É meu filho como você sabe, ela te disse?
_ Na verdade ela fica implicando comigo mãe, mais também me disse que toda a família dela quer me conhecer.
Meu coração gelou, eu engasguei , devo ter ficado branca igual papel, o que??? A menina além de implicar com ele ainda queria algo sério?? Com a minha cara entre o riso e a indignação, perguntei o nome da cidadã, e é G.
Ele estava super orgulhoso e descontraído me contando, achei bonito isso, o compartilhar com a mãe, pois pela risadinha do Adrian (7anos) ele já sabia, cumplicidade de irmãos como sempre.
E sabem, eu tô perdida já venho passando por isso com o Adrian faz tempo, ele todo ano tem uma amiguinha especial , ano passado ele estava encantado com a K. como relatei aqui! Essa menina partiu o coração dele, quando falou claramente que preferia ser amiga de um tal de L. do que dele, conversei, tentei contornar e talvez ele tenha superado , nessa altura do ano ainda não se encantou com nenhuma outra menina, a K. ainda está presente em nossas conversas embora que se sem o mesmo entusiasmo, mas o Adrian é o mais velho e faz algum tempo que venho lidando com suas amizades apaixonadas e confesso ainda não me sinto confortável , então nem bem tô me ajustando com o Adrian, vem o meu caçula, o meu dengo , o meu ursinho ( momento exagero ) e me sai com uma dessas?? É demais pra mim gente...
Eu sou nova demais para ser sogra, e estou conhecendo o meu lado mega ultra ciumenta, nem do maridão tenho tanto ciúmes assim, na verdade acredito que não é ciúmes e sim cuidado, proteção, afinal quem quer ver o seu filho sofrer por amor, mesmo sendo um amor infantil, se não correspondido pode fazer o pimpolho ficar triste e me contem que mãe aguenta isso? Acho que nenhuma né e o que não me conformo é saber que isso tende a piorar.
Bem acho que é isso um post desabafo, agora vou aproveitar e chamegar a Baby (2 anos) que ainda é apaixonada exclusivamente pelo pai.
![]() |
| Adrian o galanteador!!! |
Beijos
segunda-feira, 11 de março de 2013
Transporte Escolar!
Eu estou devendo um post sobre isso, bem vamos lá!
Quando o Adrian começou estudar o meu sogro ainda dirigia, então durante o primeiro ano de aula dele o vovô levou e buscou, e a mãe aqui não teve grandes preocupações com o transporte.
Eis que no ano seguinte o meu sogro já não tinha tanta saúde e habilidade para direção, eu estava grávida da Baby e o Bj também começou estudar na mesma escolinha, e a escolinha é a mais perto, porém ainda sim é longe, a pé eu levo 25 minutos sozinha. Durante o ano eu ainda fui levar e pegar de ônibus, e era bem puxado cada dia a barriga crescendo e eu demorando mais. Quando a Baby nasceu não teve jeito optamos por uma van escolar ou perua como já ouvi chamar, durante o tempo em que eu busquei os meninos de ônibus eu observava os motoristas e monitores e me perguntava qual seria o melhor se eu fosse pagar uma.
Fizemos um cálculo de passagens para ver se valeria a pena financeiramente, e eu comecei a conversar com os motoristas averiguando o preço e aproveitando para olhar o "carro" também, afinal é o veículo que transportara os meus bens mais preciosos. Conheci a Tia M. gostei do jeito dela e ela me passou segurança, e nosso parceria durou mais de um ano. Ela levava e pegava eles desde o fim de 2010 até o começo de 2012. Sempre eu conversava com ela sobre eles e perguntava como estavam se comportando e perguntava sobre ela também, acredito que tem de ter uma ligação, afinal ela passa quase uma hora por dia com meus filhos.
Mas, os meninos começaram a reclamar de ir de van, não por causa da Tia M. , mais sim porque gostariam de ir de mãe , eu também sentia falta de ir até a escola, pois na creche eu falava sempre com a professora o que não ocorreu com frequência no período que eles foram de van, e também por razões financeiras em março de 2012 eles deixaram de ir com a van e voltaram ir de "mãe".
Esse ano porém eu estava cansada novamente das caminhadas e correrias de ir buscá-los, o ponto positivo é que estão na mesma escola agora, e meu marido consegue levar eles antes de ir trabalhar, para buscar eu decidi retornar com a van , dessa vez falei com o Tio L. que eu já estava de olho um tempão, era ele quem me levava quando eu era criança, imaginem profissional há quase 30 anos, responsável e seguro.
Ele trás os meninos para mim, é pontual e como a gente leva de manhã os meninos não sentem falta de ir de "mãe", e estão felizes de não ter de sair correndo pela rua para não perder o ônibus.
Então pessoal, quando precisarem optar por esse tipo de transporte, pesquisem , verifiquem se o motorista e o carro tem tudo o que precisa para que o transporte seja feito com segurança, acima de tudo trate-os como seus colegas, lembre-se também de orientar os seus filhos , em não fazer bagunça e nem desrespeitar os " Tios", educação vem de casa.
Boa semana para vocês e não deixem de me contar qual a forma de transporte que seus filh@s utilizam para ir até a escola!
Quando o Adrian começou estudar o meu sogro ainda dirigia, então durante o primeiro ano de aula dele o vovô levou e buscou, e a mãe aqui não teve grandes preocupações com o transporte.
Eis que no ano seguinte o meu sogro já não tinha tanta saúde e habilidade para direção, eu estava grávida da Baby e o Bj também começou estudar na mesma escolinha, e a escolinha é a mais perto, porém ainda sim é longe, a pé eu levo 25 minutos sozinha. Durante o ano eu ainda fui levar e pegar de ônibus, e era bem puxado cada dia a barriga crescendo e eu demorando mais. Quando a Baby nasceu não teve jeito optamos por uma van escolar ou perua como já ouvi chamar, durante o tempo em que eu busquei os meninos de ônibus eu observava os motoristas e monitores e me perguntava qual seria o melhor se eu fosse pagar uma.
Fizemos um cálculo de passagens para ver se valeria a pena financeiramente, e eu comecei a conversar com os motoristas averiguando o preço e aproveitando para olhar o "carro" também, afinal é o veículo que transportara os meus bens mais preciosos. Conheci a Tia M. gostei do jeito dela e ela me passou segurança, e nosso parceria durou mais de um ano. Ela levava e pegava eles desde o fim de 2010 até o começo de 2012. Sempre eu conversava com ela sobre eles e perguntava como estavam se comportando e perguntava sobre ela também, acredito que tem de ter uma ligação, afinal ela passa quase uma hora por dia com meus filhos.
Mas, os meninos começaram a reclamar de ir de van, não por causa da Tia M. , mais sim porque gostariam de ir de mãe , eu também sentia falta de ir até a escola, pois na creche eu falava sempre com a professora o que não ocorreu com frequência no período que eles foram de van, e também por razões financeiras em março de 2012 eles deixaram de ir com a van e voltaram ir de "mãe".Esse ano porém eu estava cansada novamente das caminhadas e correrias de ir buscá-los, o ponto positivo é que estão na mesma escola agora, e meu marido consegue levar eles antes de ir trabalhar, para buscar eu decidi retornar com a van , dessa vez falei com o Tio L. que eu já estava de olho um tempão, era ele quem me levava quando eu era criança, imaginem profissional há quase 30 anos, responsável e seguro.
Ele trás os meninos para mim, é pontual e como a gente leva de manhã os meninos não sentem falta de ir de "mãe", e estão felizes de não ter de sair correndo pela rua para não perder o ônibus.
Então pessoal, quando precisarem optar por esse tipo de transporte, pesquisem , verifiquem se o motorista e o carro tem tudo o que precisa para que o transporte seja feito com segurança, acima de tudo trate-os como seus colegas, lembre-se também de orientar os seus filhos , em não fazer bagunça e nem desrespeitar os " Tios", educação vem de casa.
Boa semana para vocês e não deixem de me contar qual a forma de transporte que seus filh@s utilizam para ir até a escola!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
E assim começaram as aulas...
Quinta 14/02
Eu relatei aqui , estava bem preocupada como seria a adaptação do Bj (05) no primeiro ano, mas como é necessário essa ida para escola, fui conversando com ele durante as férias, explicando como seria bom , que a escola tem mais recursos que a creche e tudo isso , o Adrian (07) que já está no terceiro ano incentivou bastante o irmão e se achou o "veterano", dizendo o que tinha e o que não tinha, explicando regras , achei interessante ver que em nenhum momento o Adrian falou algo de ruim da escola e guardou para si os próprios medos, deixando assim o Bj mais seguro. E assim nós fomos acostumando a ideia uma semana antes das aulas começaram , arrumamos materiais, separamos uniformes e passamos vários momentos do dia falando da escola, comparando com a novelinha do sbt e isso foi empolgando o Bj. No primeiro dia ele acordou antes de todos, levantei , ajudei na hora da troca de roupa e da higiene , a ansiedade dos dois era tanta que não conseguiram tomar café, e como assim que eles chegam tem o cafezinho eu não insisti, fomos todos, papai, mamãe e irmã acompanhar os meninos, na divisão das turmas, o papai foi com o Adrian e eu fiquei com o Bj , tirei fotos e ele estava bem sério. Porém logo encontrou alguns conhecidos e seu rosto foi suavizando, sai com o coração tranquilo.
Terça 19/02
Foi o meu primeiro dia de aula na faculdade, eu fiz enem e consegui uma bolsa pelo prouni, na Uniseb Interativa no curso de letras-inglês , vou fazer á distância pois é o ideal como não tenho com quem deixar a Baby, nesse primeiro dia de aula percebi que escolhi o curso certo, eu já havia começado a cursar uma faculdade há 5 anos, fiz um semestre não continuei e hoje acredito que era porque não era o curso que eu gostava. Vi também que por ser interativo é bem mais fácil de compreender e percebi que vai ver bem puxado, e que realmente vou aprender. É bem isso que estava procurando, uma formação em que eu possa fazer o que eu goste e adquira conhecimento.
Nesse dia arrumei a casa, tomei um banho antes de ir buscar os meninos , ás 17h30 eu estava em casa com os meninos, apressadamente servindo o café da tarde e explicando para o Adrian o que eles iriam jantar, o maridão chega ás 18h30 o que dá meia hora de trabalho para a vó, já que saí as 18h, não antes sem me olhar no espelho e notar a mesma ansiedade e seriedade que vi no Bj dia 14, me senti como uma criança de 5 anos indo para o seu primeiro dia de aula e eu nem posso chorar (risos). No fim da aula liguei para minha mãe ir me buscar pois nossos horários coincidiram e ela estava próxima e no fundo tudo o que eu queria após o primeiro dia de aula era a "minha mãe".
Quarta 20/02
Por esse sentimento que ainda estava dentro de mim , o fato de eu querer mais que tudo estar perto da minha mãe, entendi o choro do Bj nessa última quarta. Ele chorou muito para entrar no colégio, como sempre chorava nos primeiros dias de cemei , eu percebi que a fina linha que o mantinha firme havia se quebrado na noite anterior com a minha ida pra faculdade, o fez concluir na cabeça dele que teria menos tempo com a mãe, e como ele ainda não se sente seguro, perder mais algumas horas do lado da mãe desencadeou uma carência e insegurança sem controle.
Para ajudá-lo tive uma conversa séria , regada com muito beijo e massagem nas costas, onde expliquei novamente todos os motivos "do ir pra escola" e selamos um acordo.
E hoje ele foi sem choro.
E por aí , me contem?
Eu relatei aqui , estava bem preocupada como seria a adaptação do Bj (05) no primeiro ano, mas como é necessário essa ida para escola, fui conversando com ele durante as férias, explicando como seria bom , que a escola tem mais recursos que a creche e tudo isso , o Adrian (07) que já está no terceiro ano incentivou bastante o irmão e se achou o "veterano", dizendo o que tinha e o que não tinha, explicando regras , achei interessante ver que em nenhum momento o Adrian falou algo de ruim da escola e guardou para si os próprios medos, deixando assim o Bj mais seguro. E assim nós fomos acostumando a ideia uma semana antes das aulas começaram , arrumamos materiais, separamos uniformes e passamos vários momentos do dia falando da escola, comparando com a novelinha do sbt e isso foi empolgando o Bj. No primeiro dia ele acordou antes de todos, levantei , ajudei na hora da troca de roupa e da higiene , a ansiedade dos dois era tanta que não conseguiram tomar café, e como assim que eles chegam tem o cafezinho eu não insisti, fomos todos, papai, mamãe e irmã acompanhar os meninos, na divisão das turmas, o papai foi com o Adrian e eu fiquei com o Bj , tirei fotos e ele estava bem sério. Porém logo encontrou alguns conhecidos e seu rosto foi suavizando, sai com o coração tranquilo.
Terça 19/02
Foi o meu primeiro dia de aula na faculdade, eu fiz enem e consegui uma bolsa pelo prouni, na Uniseb Interativa no curso de letras-inglês , vou fazer á distância pois é o ideal como não tenho com quem deixar a Baby, nesse primeiro dia de aula percebi que escolhi o curso certo, eu já havia começado a cursar uma faculdade há 5 anos, fiz um semestre não continuei e hoje acredito que era porque não era o curso que eu gostava. Vi também que por ser interativo é bem mais fácil de compreender e percebi que vai ver bem puxado, e que realmente vou aprender. É bem isso que estava procurando, uma formação em que eu possa fazer o que eu goste e adquira conhecimento.
Nesse dia arrumei a casa, tomei um banho antes de ir buscar os meninos , ás 17h30 eu estava em casa com os meninos, apressadamente servindo o café da tarde e explicando para o Adrian o que eles iriam jantar, o maridão chega ás 18h30 o que dá meia hora de trabalho para a vó, já que saí as 18h, não antes sem me olhar no espelho e notar a mesma ansiedade e seriedade que vi no Bj dia 14, me senti como uma criança de 5 anos indo para o seu primeiro dia de aula e eu nem posso chorar (risos). No fim da aula liguei para minha mãe ir me buscar pois nossos horários coincidiram e ela estava próxima e no fundo tudo o que eu queria após o primeiro dia de aula era a "minha mãe".
Quarta 20/02
Por esse sentimento que ainda estava dentro de mim , o fato de eu querer mais que tudo estar perto da minha mãe, entendi o choro do Bj nessa última quarta. Ele chorou muito para entrar no colégio, como sempre chorava nos primeiros dias de cemei , eu percebi que a fina linha que o mantinha firme havia se quebrado na noite anterior com a minha ida pra faculdade, o fez concluir na cabeça dele que teria menos tempo com a mãe, e como ele ainda não se sente seguro, perder mais algumas horas do lado da mãe desencadeou uma carência e insegurança sem controle.
Para ajudá-lo tive uma conversa séria , regada com muito beijo e massagem nas costas, onde expliquei novamente todos os motivos "do ir pra escola" e selamos um acordo.
E hoje ele foi sem choro.
E por aí , me contem?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Primeiro Ano Escolar! (Bj)
Confesso que quando o Bj foi para escola eu sofri muito, muito mesmo. Lembro-me que estava grávida da Baby e que Adrian já frequentava a escolinha fazia um ano ( detalhe, Adrian ficou mais de 5 meses em adaptação, ficava somente até a hora do almoço) quando eu fiz a inscrição , eu fiz para os dois, porém somente Adrian conseguiu e no ano seguinte insisti muito para conseguir uma vaga para o Bj, eles estudam em escola pública, primeiro porque escola particular é muito cara e segundo, a escola deles é maravilhosa, e acho que a escolha da escola tem de ser com o coração também.
Bj vai para a escolinha desde de 2010, tem muitos amigos e se dá muito bem com as professoras e funcionários da escola, a adaptação dele demorou um mês, mas nós tivemos uma experiência bem traumática antes dele entrar no cemei ( escolinha onde estuda) , vou explicar. Um pouco antes da vaga ser liberada no cemei , me encaminharam para uma escola conveniada com o governo, ela é paga, mas como não tinha vaga na pública eles não iriam me cobrar e eu achei que facilitaria o fato dele estar nessa para conseguir a vaga na qual eu queria, foi um erro. Lá não tinha processo de adaptação, tínhamos de deixar a criança o dia todo já no primeiro dia, e Bj que até então só havia ficado comigo ficou chorando, e chorando e chorando, chegou a ter febre, em apenas 5 dias ficou com infecção de garganta e ouvido, coisa rara para ele, estava quase desistindo de deixá-lo na escola pois eu via e sentia que ele não estava bem e eu também não, até que ponto devemos fazer o que a sociedade acha certo? E porque mesmo eu queria que o Bj fosse para escola, por que ele que pedia, pelo irmão que chorava, por estar grávida e pensar que fosse melhor quando o bebê chegasse ou também porque chega uma fase que os de "fora" ficam pressionando, da mesma forma que pressionam para que a gente desmame ou desfralde um filho.
Esse ano Bj vai mudar de escola, o cemei é uma escola para crianças até 5 anos (pré), e no ano em que completam 6 anos eles vão para o primeiro ano do ensino fundamental no cei, que é mesma escola que o Adrian estuda há 2 anos, é uma ótima escola, porém aquele sentimento de insegurança está dentro de mim. Estou tentando reverter esse medo, para que ele não perceba, sei que é importante para ele, sei que faz parte, mas... Como é dífícil a gente desapegar, criar o filho para o mundo, soltar a mão e deixar que eles tenham a sua própria vida. E é interessante a forma como vemos cada filho, e a mistura de sentimentos que temos por cada um, com a mesma intensidade e de formas diferentes.
O jeito é pagar pra ver e vir aqui contar como que será esse primeiro ano!
Volto depois do dia 14/02 , contar como foi o primeiro dia de aula.
Gostou do post? Você também pode gostar de:
* E quem não tem opção ? ( escolas)
* Escolinhas...
* Quando as Coisas Mudam...
Bj vai para a escolinha desde de 2010, tem muitos amigos e se dá muito bem com as professoras e funcionários da escola, a adaptação dele demorou um mês, mas nós tivemos uma experiência bem traumática antes dele entrar no cemei ( escolinha onde estuda) , vou explicar. Um pouco antes da vaga ser liberada no cemei , me encaminharam para uma escola conveniada com o governo, ela é paga, mas como não tinha vaga na pública eles não iriam me cobrar e eu achei que facilitaria o fato dele estar nessa para conseguir a vaga na qual eu queria, foi um erro. Lá não tinha processo de adaptação, tínhamos de deixar a criança o dia todo já no primeiro dia, e Bj que até então só havia ficado comigo ficou chorando, e chorando e chorando, chegou a ter febre, em apenas 5 dias ficou com infecção de garganta e ouvido, coisa rara para ele, estava quase desistindo de deixá-lo na escola pois eu via e sentia que ele não estava bem e eu também não, até que ponto devemos fazer o que a sociedade acha certo? E porque mesmo eu queria que o Bj fosse para escola, por que ele que pedia, pelo irmão que chorava, por estar grávida e pensar que fosse melhor quando o bebê chegasse ou também porque chega uma fase que os de "fora" ficam pressionando, da mesma forma que pressionam para que a gente desmame ou desfralde um filho.
Esse ano Bj vai mudar de escola, o cemei é uma escola para crianças até 5 anos (pré), e no ano em que completam 6 anos eles vão para o primeiro ano do ensino fundamental no cei, que é mesma escola que o Adrian estuda há 2 anos, é uma ótima escola, porém aquele sentimento de insegurança está dentro de mim. Estou tentando reverter esse medo, para que ele não perceba, sei que é importante para ele, sei que faz parte, mas... Como é dífícil a gente desapegar, criar o filho para o mundo, soltar a mão e deixar que eles tenham a sua própria vida. E é interessante a forma como vemos cada filho, e a mistura de sentimentos que temos por cada um, com a mesma intensidade e de formas diferentes.
| Vestidinho de ir para escola. |
Volto depois do dia 14/02 , contar como foi o primeiro dia de aula.
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
E a vida passa...
Essas últimas semanas, assim como o meu ano inteiro foram cheias de serviço e de desafios, tenho cuidado da casa e da minha saúde e principalmente do aniversário do Adrian , como festa grande dá trabalho hein, mas me surpreendi comigo mesma no dia em que fui comprar os doces e descartáveis para o niver e como não posso sair todo dia resolvi fazer a proeza de comprar tudo no mesmo dia, um dia em que fui ao médico por sinal, pensem , o dia todo andando , escolhendo, comprando e ainda sai bem triste do médico, caminhei horrores e quando as sacolas começaram a cortar as mãos , é isso que acontece quando se faz mais do que deve (risos) e apenas lembrei do sorriso do Adrian e por ele vale a pena, e tirando forças de onde não tinha eu prossegui.
Cuida de casa, trabalha fim de semana , festinha de encerramento do Bj, entrega de parecer do Adrian, chegada do Pai Noel e "meo Deus" já faltavam somente 8 dias para o aniversário e eu nada tinha feito, somente comprado as coisas e agora? Mãos a obra, 400 salgados em um dia, 100 no outro, cuida de criança, faz lanchinho, 650 doces em outro dia e já estamos na sexta, ufa! Só faltam as balas de coco e o bolo, os enfeites das mesas ficam por conta do maridão, assim como ontem ele fez os pacotes de lembrancinhas, gente não foi fácil , mas estamos conseguindo dentro do prazo afinal, e tudo passa muito rápido, os horas , os dias , as semanas e o natal já está aí.
Sem esquecer que durante esse começo de mês teve o sorteio do amigo parentes ( secreto) , idas á casa da mamãe, que coloquei o tal do DIU ( mais assunto para 2013) , que fui no bazar de roupas usadas, que montei a árvore de natal ( foto no próximo post) , e assim a vida vai passando para todos nós , vida cheia e feliz, com seus altos e baixos , dores e sorrisos, e nesse meio tempo ainda vejo no face as crianças que ainda ontem eram bebês , enormes , falantes e andantes e muito "aprontantes".
E que a vida continue passando para todos nós e que continue assim recheada de coisas para fazer, de planos, e de amores, um beijo no coração de todos e me desejem sorte a festinha do Adrian é domingo, tô indo lá assar o bolo.
A Poesia é , Ou Isto ou Aquilo - Cecília Meireles
Cuida de casa, trabalha fim de semana , festinha de encerramento do Bj, entrega de parecer do Adrian, chegada do Pai Noel e "meo Deus" já faltavam somente 8 dias para o aniversário e eu nada tinha feito, somente comprado as coisas e agora? Mãos a obra, 400 salgados em um dia, 100 no outro, cuida de criança, faz lanchinho, 650 doces em outro dia e já estamos na sexta, ufa! Só faltam as balas de coco e o bolo, os enfeites das mesas ficam por conta do maridão, assim como ontem ele fez os pacotes de lembrancinhas, gente não foi fácil , mas estamos conseguindo dentro do prazo afinal, e tudo passa muito rápido, os horas , os dias , as semanas e o natal já está aí.
Sem esquecer que durante esse começo de mês teve o sorteio do amigo parentes ( secreto) , idas á casa da mamãe, que coloquei o tal do DIU ( mais assunto para 2013) , que fui no bazar de roupas usadas, que montei a árvore de natal ( foto no próximo post) , e assim a vida vai passando para todos nós , vida cheia e feliz, com seus altos e baixos , dores e sorrisos, e nesse meio tempo ainda vejo no face as crianças que ainda ontem eram bebês , enormes , falantes e andantes e muito "aprontantes".
E que a vida continue passando para todos nós e que continue assim recheada de coisas para fazer, de planos, e de amores, um beijo no coração de todos e me desejem sorte a festinha do Adrian é domingo, tô indo lá assar o bolo.
| Cantando e recitando poesia que lindo!!! |
Ou Isto ou Aquilo
Durante o ano eles tiveram um projeto chamado café com poesia, onde foram apresentadas várias poesias, e essa foi uma das que eles leram , linda!!!
A reunião do Adrian foi mais formal, sem apresentações, somente conversa com os professores, o que percebi, foi que ele tem mais aptidão para artes do que para esportes, que teve uma queda no desenvolvimento , só que a professora disse que não é grave, é um bom aluno e colega , porém tem de ser incentivado para que possa desenvolver todo o seu potencial.
Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
| Indo no encerramento do Bj e buscar o parecer do Adrian! |
terça-feira, 13 de março de 2012
E quem não tem opção? (escolas)
![]() |
| Foto Google. |
Fiz a inscrição, e demorou muito pra sair a vaga, em 2009 saiu apenas uma, para o Adrian que entraria no maternal 3, quando saiu a vaga dele eu já estava por dentro do eu queria ou não em uma escolinha.
E a escola do Adrian oferecia , o que eu achava necessário, transparência, boa alimentação, profissionais formados e bem preparados, um lugar asseado e acima de tudo seguro. A escola do Adrian deixava o meu coração tranquilo e ao contrário do que eu achava o ensinamento é passado de forma lúdica.
Aulas de inglês, judô, natação e informática são importantes, não acho que não , mais são para quem tem opção, no meu caso e no de muitas brasileiras não há opção. Há sorte, eu tive sorte de ter essa creche perto da minha casa, uma creche pública e melhor que muitas particulares que conheço.
Adrian ficou dois anos lá, sua adaptação foi lenta, dolorosa , mais quando se sentiu seguro e adaptado fiquei realizada em ver os seus trabalhinhos e o seu desenvolvimento, ele aprendeu as letras e números nessa escola.
Esse é o último ano do Benjamim nessa mesma creche, ele entrou em 2010 no maternal 2, e agora está no pré, já faz seu nome e tem ótimo desenvolvimento com números e letras. Ano que vem ele irá para a escola que o Adrian está atualmente, que é a mais próxima da minha casa e integral.
Outra falta de opção para mim, perto da minha casa não tem uma escola de séries iniciais que seja meio período, assim como a creche, ele fica das 8h00 as 17h00, e quando eu falo perto , é o mais perto, porque se fôssemos caminhando levaríamos 30 minutos de ida e de volta.
Não tive opção de colocar os meus filhos somente meio período e nem de colocar em escolas cheias de cursos e atividades extras, as opções que tive foram escola em período integral e com atividades normais.
Mais tenho orgulho de todo o desenvolvimento deles e de como são tratados, eles são tratado com respeito e carinho e para mim isso é o que mais importa e nem tanto as faltas de opções.
O importante mesmo sendo escola paga, ou do pública e a mãe se sentir com o coração tranquilo em deixar os filhos , esse sentimento passa para a criança e ela se sente melhor e mais segura, mesmo fazendo dengo, testando limites.
É isso, com opções ou falta delas a gente tem de seguir em frente né.
Beijos
domingo, 11 de março de 2012
Caça ao Tesouro!
Benjamim de 4 anos pedia para ir pra escolinha quando tinha 2 anos, e vai desde então, porém não é muito fã por ser muito apegado a mim, então durante esses dois anos escolares eu tenho de utilizar além de muita conversa, artimanhas para convencê-lo a ir para a escola sem choro.
E da-lhe paciência e inventividade para que essa ida seja harmônica, no começo desse ano ele não fez cenas porque o irmão estava de chorôro , e como ele é sempre do contra mostrava que estava super bem , só porque o Adrian chorava ( como contei aqui) e agora que está tudo resolvido o Benjamim voltou com o show na hora de acordar para ir para a escola!
Então decidi dar um motivo para a ida sem choro, uma brincadeira, na quinta avisei que quem fosse para a escola sem choro teria direito de participar de uma caçada ao tesouro assim que chegasse em casa.
E funcionou, embora o Benjamim ainda não soubesse bem o que iria acontecer, cedeu e foi tranquilo.
Durante a tarde eu preparei as pistas, e cada pista tinha a inicial de um nome para que os dois participassem , e perto da chegada deles eu coloquei cada pista em seu devido lugar e arrumei os "tesouros" ( uma caixa de massinha e um pirulito pra cada), cada um no seu devido lugar.
Foi impressionante a correria e os sorrisos a cada pista encontrada e decifrada, eu fui junto , e lia as pistas para o Benjamim , já o Adrian lia as deles e os dois iam correndo aos locais indicados, foi pura diversão.
Quando terminamos, escutei a pergunta que eu queria. _ Mãe quando vai ter outra caça ao tesouro?
E da-lhe paciência e inventividade para que essa ida seja harmônica, no começo desse ano ele não fez cenas porque o irmão estava de chorôro , e como ele é sempre do contra mostrava que estava super bem , só porque o Adrian chorava ( como contei aqui) e agora que está tudo resolvido o Benjamim voltou com o show na hora de acordar para ir para a escola!
Então decidi dar um motivo para a ida sem choro, uma brincadeira, na quinta avisei que quem fosse para a escola sem choro teria direito de participar de uma caçada ao tesouro assim que chegasse em casa.
E funcionou, embora o Benjamim ainda não soubesse bem o que iria acontecer, cedeu e foi tranquilo.
Durante a tarde eu preparei as pistas, e cada pista tinha a inicial de um nome para que os dois participassem , e perto da chegada deles eu coloquei cada pista em seu devido lugar e arrumei os "tesouros" ( uma caixa de massinha e um pirulito pra cada), cada um no seu devido lugar.
Foi impressionante a correria e os sorrisos a cada pista encontrada e decifrada, eu fui junto , e lia as pistas para o Benjamim , já o Adrian lia as deles e os dois iam correndo aos locais indicados, foi pura diversão.
| Começamos já na chegada! |
| Onde podemos molhar os cabelos? |
| Onde a mamãe dorme? |
| Onde guardamos as frutas? |
| Onde ficam as roupas da irmã? |
| Achamos... |
Quando terminamos, escutei a pergunta que eu queria. _ Mãe quando vai ter outra caça ao tesouro?
E eu digo:
_ Sexta que vem se vocês forem para a escola sem chorar todos os dias.
Espero que funcione, pois o Adrian entendeu na conversa, o Benjamim ainda não tem maturidade para entender, ou apenas não quer entender, vamos ver se funciona com recompensa, além de acabar com um problema a gente se diverte.
Não coloquei a foto de todos os lugares de pistas , ao total foram 10 , uma brincadeira fácil e divertida para fazermos com nossos filhos.
O que acharam?
Beijos e boa semana.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Quando as Coisas Mudam...
Meu filho Adrian acabou de completar 6 anos e já está no segundo ano do ensino fundamental, o ano de mudança para ele na minha cabeça, foi o de 2011, que ele saiu da creche e foi para a escola, troca de ambiente , de professores e rotina me deixaram apreensiva, mais foi bem tranquilo.
Porém esse ano, as aulas começaram e mudou a professora, e depois de uma semana de aula o Adrian começou a chorar e fazer beicinho todas as manhãs, o que não é normal dele, já que sempre adorou o ambiente escolar. Então eu perguntei para ele o porquê de tanto choro. E ele me disse que a professora era brava, e que os coleguinhas batiam nele e que sentia muito a minha falta, falou nessa ordem enquanto lágrimas brotavam de seus olhos.
Meu coração ficou apertado, mais eu já havia conversado com a professora e ela me transmitiu ser ótima, esse papo de os coleguinhas me batem é antigo, e sentir a minha falta (confesso que ele fica bastante tempo fora) sei que ele sente mais já estuda á mais de 3 anos, e só agora falou isso.
Mandei ele para escola e pensei muito durante o dia o sobre o que estava ocorrendo e como eu lidaria com a situação, pois não é nada fácil, é um mundo novo para mim e para ele.
Nas minhas reflexões eu percebi que o Adrian estava incomodado com as mudanças, pois no ano passado a professora da parte da manhã, falava macio e era bem calma, já a professora desse ano é mais expansiva, fala alto e dá ordens, ano passado ele ainda estava aprendendo a ler, as tarefas eram muito mais lúdicas e agora as tarefas já são mais pedagógicas e exigem muito mais dele.
Então quando ele chegou conversei com ele, sobre as mudanças , e expliquei que as coisas sempre mudariam na vida e que a gente tem de se adaptar , expliquei o quanto é importante que ele vá para escola para aprender e desenvolver o seu potencial, que ele tinha de obedecer a professora, assim como me obedece pois só queremos o bem dele. Disse que também sinto falta dele, mais que do mesmo jeito que hoje ele tem de ir para aula eu também já fui um dia e também sentia falta da minha mãe, mais que podemos compensar essa falta quando estamos juntos.
E ele entendeu, durante essa semana , quando estávamos juntos ele fez várias comparações de coisas que já haviam mudado em sua vida e que isso pode ser bom.
Hoje de manhã ele levantou antes de mim , disse que ele prepararia a sua roupa já que ele era um rapazinho e que estava muito contente em ir para escola, então hoje meu coração está aliviado, com uma sensação de dever cumprido.
E na sua casa já tiveram de enfrentar mudanças e as crianças como se adaptaram?
Beijos.
Porém esse ano, as aulas começaram e mudou a professora, e depois de uma semana de aula o Adrian começou a chorar e fazer beicinho todas as manhãs, o que não é normal dele, já que sempre adorou o ambiente escolar. Então eu perguntei para ele o porquê de tanto choro. E ele me disse que a professora era brava, e que os coleguinhas batiam nele e que sentia muito a minha falta, falou nessa ordem enquanto lágrimas brotavam de seus olhos.
Meu coração ficou apertado, mais eu já havia conversado com a professora e ela me transmitiu ser ótima, esse papo de os coleguinhas me batem é antigo, e sentir a minha falta (confesso que ele fica bastante tempo fora) sei que ele sente mais já estuda á mais de 3 anos, e só agora falou isso.
Mandei ele para escola e pensei muito durante o dia o sobre o que estava ocorrendo e como eu lidaria com a situação, pois não é nada fácil, é um mundo novo para mim e para ele.
Nas minhas reflexões eu percebi que o Adrian estava incomodado com as mudanças, pois no ano passado a professora da parte da manhã, falava macio e era bem calma, já a professora desse ano é mais expansiva, fala alto e dá ordens, ano passado ele ainda estava aprendendo a ler, as tarefas eram muito mais lúdicas e agora as tarefas já são mais pedagógicas e exigem muito mais dele.
Então quando ele chegou conversei com ele, sobre as mudanças , e expliquei que as coisas sempre mudariam na vida e que a gente tem de se adaptar , expliquei o quanto é importante que ele vá para escola para aprender e desenvolver o seu potencial, que ele tinha de obedecer a professora, assim como me obedece pois só queremos o bem dele. Disse que também sinto falta dele, mais que do mesmo jeito que hoje ele tem de ir para aula eu também já fui um dia e também sentia falta da minha mãe, mais que podemos compensar essa falta quando estamos juntos.
E ele entendeu, durante essa semana , quando estávamos juntos ele fez várias comparações de coisas que já haviam mudado em sua vida e que isso pode ser bom.
Hoje de manhã ele levantou antes de mim , disse que ele prepararia a sua roupa já que ele era um rapazinho e que estava muito contente em ir para escola, então hoje meu coração está aliviado, com uma sensação de dever cumprido.
| Meu mocinho! |
Beijos.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Retorno das Aulas!
Dia 08/02 semana passada o Adrian (06) retornou as aulas, ele está no segundo ano, no primeiro dia fomos levá-lo, eu , meu marido que está de férias e o Benjamim(04) , eu pago a condução escolar, porém no primeiro dia acho bom levar para ver em qual sala vai ficar e com que professora, ainda me sinto meio insegura em deixá-lo confesso, para mim ele é tão pequeno. Conheci a professora Vânia que ficara com ele de manhã e fiquei mais tranquila quando soube que a professora que ficará com ele a tarde é a mesma que ficava com ele ano passado a professora Joice que é um amor de pessoa e já conhece bem o meu pequeno!
Ele foi bem , os 3 primeiros dias, então veio sábado e domingo, e na segunda dia 13/02 que era o primeiro dia de aula do Benjamim , quem acordou chorando foi o Adrian, dizendo que estava com dor e que não gostava da escola, só para me deixar mais nervosa, porque já estava preocupada com o início das aulas do Bj.
Mais o Bj não chorou em casa, acordou disposto, e fingiu não ver o choro do irmão.
Porem quando passamos pelo portão da escola, já senti ele andando mais devagar, então quando chegamos na porta da sala dele , ele travou, estacou no chão e não queria entrar de jeito nenhum , eu tive de arrastar ele para dentro da sala, e a professora Juliana que é nova na escola disse que era para eu colocar o telefone em uma lista e disse para ele que se ele chorasse ela ligava para mim , adivinhem?
Minutos depois encontrei a "tia " da van que tinha acabado de passar pela escola do Bj e disse que ele estava aos prantos, e claro que a professora não me ligou, pois no fim do dia ele chegou reclamando: _ Mãe, a professora mentiu, porque eu chorei e ela não te ligou. Para não discutir eu distrai ele e perguntei dos coleguinhas e das professora que eu sabia o nome, e ele parou de reclamar.
Mais passada a tensão dos primeiros dias eu achei que estava tudo bem , doce ilusão, hoje me ligam as 10h da manhã, da escola do Adrian, me pedindo para ir buscá-lo porque ele estava com dor na garganta e fazendo ânsia, , fui até lá e ele veio saiu todo prosa conversando e tudo, era pura manha, e eu posso com isso?
Bem vamos ver depois do carnaval se a coisa vai funcionar como espero é só o começo né?
E ai como foi o retorno as aulas?
Ele foi bem , os 3 primeiros dias, então veio sábado e domingo, e na segunda dia 13/02 que era o primeiro dia de aula do Benjamim , quem acordou chorando foi o Adrian, dizendo que estava com dor e que não gostava da escola, só para me deixar mais nervosa, porque já estava preocupada com o início das aulas do Bj.
Mais o Bj não chorou em casa, acordou disposto, e fingiu não ver o choro do irmão.
Porem quando passamos pelo portão da escola, já senti ele andando mais devagar, então quando chegamos na porta da sala dele , ele travou, estacou no chão e não queria entrar de jeito nenhum , eu tive de arrastar ele para dentro da sala, e a professora Juliana que é nova na escola disse que era para eu colocar o telefone em uma lista e disse para ele que se ele chorasse ela ligava para mim , adivinhem?
Minutos depois encontrei a "tia " da van que tinha acabado de passar pela escola do Bj e disse que ele estava aos prantos, e claro que a professora não me ligou, pois no fim do dia ele chegou reclamando: _ Mãe, a professora mentiu, porque eu chorei e ela não te ligou. Para não discutir eu distrai ele e perguntei dos coleguinhas e das professora que eu sabia o nome, e ele parou de reclamar.
Mais passada a tensão dos primeiros dias eu achei que estava tudo bem , doce ilusão, hoje me ligam as 10h da manhã, da escola do Adrian, me pedindo para ir buscá-lo porque ele estava com dor na garganta e fazendo ânsia, , fui até lá e ele veio saiu todo prosa conversando e tudo, era pura manha, e eu posso com isso?
Bem vamos ver depois do carnaval se a coisa vai funcionar como espero é só o começo né?
E ai como foi o retorno as aulas?
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Minha parceria com a Tia Samanta!
Em 2009 o Adrian , com 3 anos e meio foi para a creche, sua primeira professora e confesso que meu primeiro contato e impressão da escola vieram dela, foi a Tia Samanta, com seu jeito todo meigo e atencioso, ela me ganhou, confio em deixar os meus filhos com ela , digo meus filhos porque nossa parceira se estende há 3 anos, em 2009 com o Adrian como já disse e em 2010 e 2011 com o Benjamim, sorte minha e deles de poderem contar com ela.
Foi ela que mostrou esse mundo novo para os dois, fez adaptação e teve paciência, ela conhece as diferenças de cada um e tem um carinho grande .
Obrigado por ter sido essa minha parceira Tia Samanta, aposto que sem você teria sido mais doloroso ficar tanto tempo longe dos meu pequenos.
Eu gostaria muito que quando a Babylove fosse para creche ficasse também na sala da Tia Samanta.
Foi ela que mostrou esse mundo novo para os dois, fez adaptação e teve paciência, ela conhece as diferenças de cada um e tem um carinho grande .
Obrigado por ter sido essa minha parceira Tia Samanta, aposto que sem você teria sido mais doloroso ficar tanto tempo longe dos meu pequenos.
| Uma foto de fim de ano! |
Cicatrizes da Vida!
Não estou falando das cicatrizes do coração e sim daquelas que nos marcam a pele na nossa infância com mais frequência e até depois de grande.
Ontem meu filho Adrian ganhou sua primeira cicatriz, (medalhatriz de guerra), em sua última semana de aula desse ano, ele tropeçou e abriu o queixo, eram umas 15h toca meu celular, atendo sem ver da onde era:
_ Alô.
_ Aqui é do cei, a escola do Adrian, estamos ligando para avisar que ele caiu e acho que vai ter de levar um ponto, já chamamos a Vida (ambulância móvel), a senhora pode vir até aqui para autorizar o atendimento?
Uns 5 segundos de nada.
_ Ele se machucou muito, sem esperar resposta continuo, posso chegar em 40 minutos.
_ Tudo bem vai ser o tempo da Vida chegar.
Fecho a casa correndo, pra variar estava somente eu e a Babylove, pego um dinheiro e penso se pegarei o ônibus ou irei a pé, pego o celular para o caso da escola ligar, meu corpo se enrijece de preocupação, nem sapato calço, vou de chinelo mesmo, na cabeça da Baby um chapéu , no meu pensamento uma dúvida, nos pés agilidade, fui a pé, não conseguiria ficar esperando o ônibus , quando estou na esquina da escola, passa a ambulância, entramos juntos, um suspiro de alívio ao constatar que não tinha sido nada grave, ele estava bem só um cortinho no queixo.
Um choro para o enfermeiro limpar, um drama para a anestesia aplicar , um ponto , um nó e semana que vem ir no posto tirar.
Feito isso fomos embora e ainda faltando essa semana para o encerramento final, decidi antecipar essas férias, vão ficar essa semana comigo , só retornarão em fevereiro de 2012.
No caminho da volta a Baby fazendo graça e o Adrian me sai com essa , tira uma foto dela mãe, e quem disse que sai com a câmera?
Segue fotos da barba do papai noel:
Gostaria de ressaltar que nem tudo está perdido, o Adrian estuda em uma escola pública e foi atendido pela prefeitura, e fiquei feliz com a agilidade e respeito com que fomos tratados.
Ontem meu filho Adrian ganhou sua primeira cicatriz, (medalhatriz de guerra), em sua última semana de aula desse ano, ele tropeçou e abriu o queixo, eram umas 15h toca meu celular, atendo sem ver da onde era:
_ Alô.
_ Aqui é do cei, a escola do Adrian, estamos ligando para avisar que ele caiu e acho que vai ter de levar um ponto, já chamamos a Vida (ambulância móvel), a senhora pode vir até aqui para autorizar o atendimento?
Uns 5 segundos de nada.
_ Ele se machucou muito, sem esperar resposta continuo, posso chegar em 40 minutos.
_ Tudo bem vai ser o tempo da Vida chegar.
Fecho a casa correndo, pra variar estava somente eu e a Babylove, pego um dinheiro e penso se pegarei o ônibus ou irei a pé, pego o celular para o caso da escola ligar, meu corpo se enrijece de preocupação, nem sapato calço, vou de chinelo mesmo, na cabeça da Baby um chapéu , no meu pensamento uma dúvida, nos pés agilidade, fui a pé, não conseguiria ficar esperando o ônibus , quando estou na esquina da escola, passa a ambulância, entramos juntos, um suspiro de alívio ao constatar que não tinha sido nada grave, ele estava bem só um cortinho no queixo.
Um choro para o enfermeiro limpar, um drama para a anestesia aplicar , um ponto , um nó e semana que vem ir no posto tirar.
Feito isso fomos embora e ainda faltando essa semana para o encerramento final, decidi antecipar essas férias, vão ficar essa semana comigo , só retornarão em fevereiro de 2012.
No caminho da volta a Baby fazendo graça e o Adrian me sai com essa , tira uma foto dela mãe, e quem disse que sai com a câmera?
Segue fotos da barba do papai noel:
| De barba |
| Não disse que era o papai noel? |
Gostaria de ressaltar que nem tudo está perdido, o Adrian estuda em uma escola pública e foi atendido pela prefeitura, e fiquei feliz com a agilidade e respeito com que fomos tratados.
Beijos
domingo, 11 de dezembro de 2011
Fim de Ano Escolar.
Tô faceira, ontem fui buscar o parecer (antigo boletim) na escola do Adrian , pois é meu lindo filho que nem tem 6 anos já está apto a frequentar o segundo ano no ensino fundamental, o parecer dele só teve ótimos e bons, nenhum regular, do começo do ano até aqui ele teve muitos progressos, nos desenhos , aprendeu a ler palavras simples, e desenvolveu muito bem o raciocínio lógico matemático, onde já soluciona equações de somar e subtrair, nas demais matérias como ciências, história, geografia, artes e ensino religioso, ele foi ótimo e em educação física ele foi considerado bom , em relação ao comportamento a professora o descreveu como uma criança educada e organizada, só elogios.
Depois de pegar o parecer do Adrian na escola , fui até a creche para pegar o parecer do Benjamim e ver a apresentação de fim de ano ( que mais tarde posto o vídeo) e confraternizar com as educadoras.
| Estudando no fim de semana. |
O Benjamim tinha dado um certo trabalho logo após as férias de julho,comentei aqui , fui chamada na escola e estabelecemos um tratamento diferenciado , e trabalhando em conjunto ele apresentou melhoras, do seu parecer o que me chamou a atenção, foi que dos 5 sentidos que trabalharam ele gostou mais do paladar , que adora participar dos jogos, porem , oferece resistência ao perder e que no jogo da memória é muito bom e oferece ajuda aos coleguinhas, descrito pelas educadoras como uma criança amável, educada, no entanto geniosa. O Benjamim também foi muito elogiado, imaginem como foi difícil, para essa mãe boba aqui não flutuar.
Meus filhos, meus orgulhos, por mim eles ficariam na barra da minha saia, mais é muito gratificante vê-los felizes, se desenvolvendo, crescendo.
| Um milagre, sorrindo pra foto! |
| Ele e a professora Carol, detalhe comendo bolo. |
sábado, 10 de setembro de 2011
Escolinhas....
Qual é a hora certa do bebê ir para escolinha?Acredito que não existe hora certa, mas a nescessidade de cada criança e cada família.
Eu não precisei colocar os meus filhos na escola ainda bebês, Adrian foi quando tinha 3 anos e meio, e foi muito difícil a adaptação, pois ele não queria tirar o cochilo que a turma de sua idade tirava depois do almoço, Adrian permaneceu o maternal 3 indo somente pela manhã, quando foi para o pré, já com 4 anos ele ficou no período integral, pois as escolas públicas aqui da minha cidade (Curitiba-PR), são somente integrais, para que que ele ficasse só meio-período eu precisaria pagar uma escolinha, mas como no pré não havia nescessidade de tirar o cochilo, Adrian teve uma ótima adaptação.
Nessa época (2010), o Benjamim meu segundo filho tinha 2 anos e meio e como o Adrian ficava o dia todo na escola, ele me pediu para ir também, ele dizia assim: _ Mas mãe eu já sou dandão(grandão), e ficava chorando pois sentia muita falta do irmão, eu estava grávida e achei que ele ficaria bem se já estivesse acostumado com a escola quando a irmã nascesse, então tentei uma vaga na mesma escola do irmão, embora eu preferisse ficar com ele até que ele tivesse 3 anos , entendi que para ele seria importante partilhar a experiência com o irmão.
Consegui uma vaga, mais o Benjamim também teve uma adaptação lenta, só que quando a irmã chegou ele já estava adaptado.
Mas como escolher a escola certa?
Eu optei por uma escola pública, além de não ter condições de uma escola particular, sei que todas as profissionais que trabalham lá passaram por concurso e são obrigadas a terem uma faculdade, estudaram para essa profissão e estão aptas.
Eu verifiquei a segurança da escola, como portões e locais onde poderiam ocorrer acidentes e vi um espaço seguro e aconchegante, tenho confiança na escola e nos profissionais que ali estão, e nunca aconteceu algo por menor que fosse com meus filhos que eu não fosse avisada, acho isso muito importante.
O que eu gosto também na escola dos meninos é o livre acesso que eu como mãe tenho, marcando hora eu posso falar com a pedagoga e percorrer a escola assim verificando se está tudo ok.
Sem dúvida posso afirmar que para socialização e aprendizado a escolinha é uma super ajuda!

Essa fotos foram das apresentações de fim de ano de 2010, o orgulho da mamãe!
Veja Também:
Eu não precisei colocar os meus filhos na escola ainda bebês, Adrian foi quando tinha 3 anos e meio, e foi muito difícil a adaptação, pois ele não queria tirar o cochilo que a turma de sua idade tirava depois do almoço, Adrian permaneceu o maternal 3 indo somente pela manhã, quando foi para o pré, já com 4 anos ele ficou no período integral, pois as escolas públicas aqui da minha cidade (Curitiba-PR), são somente integrais, para que que ele ficasse só meio-período eu precisaria pagar uma escolinha, mas como no pré não havia nescessidade de tirar o cochilo, Adrian teve uma ótima adaptação.
Nessa época (2010), o Benjamim meu segundo filho tinha 2 anos e meio e como o Adrian ficava o dia todo na escola, ele me pediu para ir também, ele dizia assim: _ Mas mãe eu já sou dandão(grandão), e ficava chorando pois sentia muita falta do irmão, eu estava grávida e achei que ele ficaria bem se já estivesse acostumado com a escola quando a irmã nascesse, então tentei uma vaga na mesma escola do irmão, embora eu preferisse ficar com ele até que ele tivesse 3 anos , entendi que para ele seria importante partilhar a experiência com o irmão.
Consegui uma vaga, mais o Benjamim também teve uma adaptação lenta, só que quando a irmã chegou ele já estava adaptado.
Mas como escolher a escola certa?
Eu optei por uma escola pública, além de não ter condições de uma escola particular, sei que todas as profissionais que trabalham lá passaram por concurso e são obrigadas a terem uma faculdade, estudaram para essa profissão e estão aptas.
Eu verifiquei a segurança da escola, como portões e locais onde poderiam ocorrer acidentes e vi um espaço seguro e aconchegante, tenho confiança na escola e nos profissionais que ali estão, e nunca aconteceu algo por menor que fosse com meus filhos que eu não fosse avisada, acho isso muito importante.
O que eu gosto também na escola dos meninos é o livre acesso que eu como mãe tenho, marcando hora eu posso falar com a pedagoga e percorrer a escola assim verificando se está tudo ok.
Sem dúvida posso afirmar que para socialização e aprendizado a escolinha é uma super ajuda!
Essa fotos foram das apresentações de fim de ano de 2010, o orgulho da mamãe!
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