Meus filhos seguem regras mas não são obedientes.Sempre ouvi dizer que ser obediente é uma qualidade das crianças, porém isso me incomoda profundamente.Não, eu não quero filhos obedientes, que aceitem tudo sem questionar e sem criticar, eu quero filhos que participem ativamente de suas vidas com suas próprias escolhas, mesmo que essas escolhas não sejam o que eu acho adequado e para que isso aconteça de forma segura devo orientá-los desde cedo e lhes dar um caminho, uma direção, só que cabe somente á eles o destino da sua vida.Educo para que sejam respeitosos, sem que sejam desrespeitados. Não seria justo educa-los para que dissessem amém para tudo o que os adultos falam, em geral adultos nem sempre sabem tudo e por diversas vezes são maus. Então, se te respeitarem você respeita e caso contrário dê as costas e nunca deixe alguém se desfazer de você e das tuas opiniões.Dessa forma cada vez que conversamos, eles tem o espaço e segurança para falarem o que pensam e para discutirmos as possibilidades para que suas escolhas e palavras sejam ouvidas, nem sempre atendidas, mas expressadas e compreendidas. Explico o porquê de não poderem fazer algo, ou agir de tal forma e assim eles seguem as regras de uma forma clara e com um propósito.Somos uma geração de obedientes ou obedecíamos ou apanhávamos e isso nos deixou doentes, enchendo consultórios de psicólogos e terapeutas e reproduzindo violência como se fosse algo aceitável, afinal apanhei e não morri. E por causa disso temos dificuldades em nos fazer respeitar, aceitamos estar em um relacionamento abusivo, aceitamos trabalhar em algo que não gostamos e aceitamos que nossas vidas sejam medíocres. Se tivéssemos aprendido a questionar, criticar e pensar nunca aceitaríamos ser tratados como alguém inferior, desenvolveríamos auto estima necessária para viver plenamente nossos sonhos, ajudar outras pessoas e transformar um mundo em um lugar melhor.Então, não crio filhos obedientes e sim seres pensantes com ideias, empatia, respeito, humanidade,porque daqui algum anos eles seguirão seu próprio caminho e espero que esse caminho seja extraordinário.
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quarta-feira, 29 de julho de 2020
Voem pequeninos, voem!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Primeiro mês da Ana Bel
A chegada da Ana Bel foi muito esperada, além do pai e de mim ainda tinha mais os 3 irmãos, que estavam na expectativa para conhecê-la e para entenderem como seria dividida nossa a vida a partir da chegada dela.
O começo foi tenso, essa seria a melhor palavra para descrever pelo menos a primeira semana em que ela esteve em casa. Eu tentava me adaptar aos cuidados dela, porque cada criança é única e mesmo com toda minha experiência anterior foi difícil. E fora isso ainda não sabia como agir com os outros, qualquer palavra ou ação da minha parte que fosse mal entendida ou em um momento errado gerava choros e caras feias.
Descobri que não sabia mais dar banho, ri com isso, cheguei a graus de enorme exaustão e lembrei a duras penas como é cansativo amamentar, pois em uma hora estava disposta e logo em seguida já está cansada.
Dei conta, na semana seguinte ao nascimento da Bel, maridão voltou trabalhar e eu tive que ficar com os 4 sozinha. Teve dias que senti vontade de sentar e chorar, teve dias que sentei e chorei, conforme o tempo foi passando eu fui priorizando e reaprendendo, ter um bebê é punk, ter um bebê e mais 3 crianças é mais ainda, nem tudo é perfeito e essa é a graça. Enfim decidi não me cobrar, fazer as coisas que podia, quando podia e assim fica mais leve.
Adrian tem me ajudado bastante, faz tudo o que peço e fica feliz em ajudar, o único sorriso que Ana Bel deu até agora foi para ele. Mas também sente ciúmes, embora tente esconder, eu sei por suas atitudes, seus olhares mesmo ele não falando nada.
Bj no começo disse que não ajudaria em nada, já no primeiro dia deixou claro que achava a irmã uma fofura, mas que quem tinha de cuidar dela era eu ( no que ele tem toda a razão) e que me emprestava para ela mesmo eu sendo somente dele.
Foi o mais sensato e o que menos teve ciúmes dos 3, em um dia que Adrian e Baby me respondiam porque estavam enciumados, enquanto eu fazia a janta deles, ele deu uma lição de moral nos dois:
_ Vocês não estão vendo que a mãe está operada? Que além de cuidar de nós 3, ela ainda tem que cuidar de um bebê? E vocês ficam falando assim, malvados com ela?
O Adrian olhou assustado para ele e parou, Baby também silenciou.
Para explicar o que aconteceu com a Baby precisarei de um texto inteiro.
Ana Bel, dorme bem, mama bem. É uma menina tranquila, forte, serena. No começo do mês mamava de hora em hora, agora mama cada duas horas durante o dia e dá um intervalo de 3 a 4 horas a noite, não chora para tomar banho e nem para trocar fraldas, percebo que não é muito chegada em ficar em colos de estranhos. Já fica acordada por algumas horas só observando, adora procurar uma claridade como da janela ou tv.
Me percebe, me espera, me entende, cada dia mais estamos nos entendendo e compreendendo.
Esse mês serviu para mostrar que eu consigo cuidar de todos, meio aos trancos e barrancos, mas consigo. Enquanto preparo banho de um, arranco dente do outro, esquento janta, alcanço roupas e assim entraremos 2015, ainda em adaptação, minha sorte que até dia 14 maridão tá em casa de férias.
Desejo a todos um excelente final de ano e muitas felicidades.
Fotos para comparar...
domingo, 14 de dezembro de 2014
Ana Bel
Chegou a mais nova estrela dessa casa. Ana Bel nasceu dia 28 de novembro de 2014, com 3,770 kilos e 50 centímetros.
A espera foi longa e árdua, trouxe-me ensinamentos dentre eles, paciência, superação e agradecimento.
Tive muita preocupação e muitas dúvidas durante a gestação dela, nesse momento posso dizer que estou realizada e mais madura. Ela tinha que vir e tinha que vir para mim.
Não acredito que seja por acaso, ela é super calma, paciente, maravilhosa.
Nem preciso dizer que é a minha mais nova paixão e completa a minha vida como eu nunca imaginei ser possível. Me emociono em pensar nela, em sentir seu cheiro e afagar seus cabelos. Me emociono em pensar que ela esteve dentro de mim e ao lembrar dos seus movimentos.
Por ela desacelerei, me reinventei, me renovei, me reaprendi, defini prioridades.
O dia do seu nascimento foi um dos mais especiais, nos outros partos nunca tive acompanhante, nesse confesso que estava com medo e tive a companhia da minha mãe, na hora que ela entrou no centro cirúrgico senti um alívio tão grande, naquele instante me senti acolhida e protegida. Após o nascimento minha mãe ficou com ela, isso fez a diferença nesse momento, nesse parto.
Ana Bel chegou chegando, unindo gerações e corações. É iluminada, abençoada, doce, tranquila e fofa.
Demorei pacas para escrever esse texto e não tenho mais nada o que dizer, só agradecer a Deus o privilégio de ter dado a luz á ela.
Dez dias de amor registrados...
Hoje ela já completa 16 dias... Passa muito rápido, bom domingo e boa semana para todos.
A espera foi longa e árdua, trouxe-me ensinamentos dentre eles, paciência, superação e agradecimento.
Tive muita preocupação e muitas dúvidas durante a gestação dela, nesse momento posso dizer que estou realizada e mais madura. Ela tinha que vir e tinha que vir para mim.
Não acredito que seja por acaso, ela é super calma, paciente, maravilhosa.
Nem preciso dizer que é a minha mais nova paixão e completa a minha vida como eu nunca imaginei ser possível. Me emociono em pensar nela, em sentir seu cheiro e afagar seus cabelos. Me emociono em pensar que ela esteve dentro de mim e ao lembrar dos seus movimentos.
Por ela desacelerei, me reinventei, me renovei, me reaprendi, defini prioridades.
O dia do seu nascimento foi um dos mais especiais, nos outros partos nunca tive acompanhante, nesse confesso que estava com medo e tive a companhia da minha mãe, na hora que ela entrou no centro cirúrgico senti um alívio tão grande, naquele instante me senti acolhida e protegida. Após o nascimento minha mãe ficou com ela, isso fez a diferença nesse momento, nesse parto.
Ana Bel chegou chegando, unindo gerações e corações. É iluminada, abençoada, doce, tranquila e fofa.
Demorei pacas para escrever esse texto e não tenho mais nada o que dizer, só agradecer a Deus o privilégio de ter dado a luz á ela.
Dez dias de amor registrados...
Hoje ela já completa 16 dias... Passa muito rápido, bom domingo e boa semana para todos.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
O meu Benjamim
Se eu fosse definir o Benjamim em uma palavra seria doçura.
Se fosse lhe dar um título, seria Benjamim o Amoroso.
Como o significado do seu nome, Benjamim é o filho da felicidade, ele traz felicidade para todos que convivem com ele.
Há 7 anos ele veio ao mundo, fofo, doce e esfomeado. Lembro que quando colocaram ele perto de mim pela primeira vez, ele balançou a cabecinha em minha direção, nasceu ali um amor sem explicação, uma cumplicidade, uma amizade e uma admiração mútua.
Quando bebê, ficou no colo. Benjamim foi aquele bebê que solicitava colo, muito colo. Durante grande parte do seu primeiro ano foi em meus braços que ele permaneceu, enquanto eu conversava ele me olhava sempre. Enquanto em cozinhava ele esperava para poder retornar aos meus braços.
Bj, assim chamado com carinho por nossa família, crescia e cada dia tornava-se mais fofo, comilão e dorminhoco. Passava horas brincando com o irmão, aos seus 2 anos ele já falava quase tudo.
Quando o Adrian começou ir para escola ele chorava e dizia: - Eu também quero ir pra escola porque sou "dandão".
E foi, e chorou, não queria mais ir, porque ninguém havia avisado para ele que quando fosse para aula ele ficaria um bom tempo longe da mãe. Aos 2 anos e 8 meses ele estava com uma vida nova, e dentro da escolinha teve altos e baixos. E em quase todas vezes que fui chamada pela pedagoga (geralmente duas por ano) era porque ele sentia minha falta. Ele sempre sente até hoje, o que ele não sabe é que eu também sinto muito a falta dele.
Benjamim foi para o primeiro ano da escola, aprendeu a ler e escrever, esperto, rápido e com habilidades natas, ele lembra muito do que eu era na idade dele.
Ele é amigo sempre, de todos, aquele tipo de pessoa que topa tudo, que tá sempre de boa (menos de manhã cedo). Ele tem sempre um abraço, um sorriso, um beijo. É alguém com quem se pode contar geralmente para tudo, divide o que tem sem pensar, é altruísta embora muito teimoso.
Cada dia que passa eu agradeço o privilégio de ser mãe de alguém como ele. Que com um olhar me desmonta, alguém que inunda o muito com amor.
Sei que ele não tem duvidas do quanto eu o amo e de quanto ele faz a minha vida mais feliz.
E queria repartir isso com o mundo, pode ser piegas, coisa de mãe, mas gostaria que todos soubessem um pouquinho dessa pessoa maravilhosa que é o Benjamim. Parabéns meu filho por seus 7 anos e por tudo que você é.
Se fosse lhe dar um título, seria Benjamim o Amoroso.
Como o significado do seu nome, Benjamim é o filho da felicidade, ele traz felicidade para todos que convivem com ele.
Há 7 anos ele veio ao mundo, fofo, doce e esfomeado. Lembro que quando colocaram ele perto de mim pela primeira vez, ele balançou a cabecinha em minha direção, nasceu ali um amor sem explicação, uma cumplicidade, uma amizade e uma admiração mútua.
Quando bebê, ficou no colo. Benjamim foi aquele bebê que solicitava colo, muito colo. Durante grande parte do seu primeiro ano foi em meus braços que ele permaneceu, enquanto eu conversava ele me olhava sempre. Enquanto em cozinhava ele esperava para poder retornar aos meus braços.
Bj, assim chamado com carinho por nossa família, crescia e cada dia tornava-se mais fofo, comilão e dorminhoco. Passava horas brincando com o irmão, aos seus 2 anos ele já falava quase tudo.
Quando o Adrian começou ir para escola ele chorava e dizia: - Eu também quero ir pra escola porque sou "dandão".
E foi, e chorou, não queria mais ir, porque ninguém havia avisado para ele que quando fosse para aula ele ficaria um bom tempo longe da mãe. Aos 2 anos e 8 meses ele estava com uma vida nova, e dentro da escolinha teve altos e baixos. E em quase todas vezes que fui chamada pela pedagoga (geralmente duas por ano) era porque ele sentia minha falta. Ele sempre sente até hoje, o que ele não sabe é que eu também sinto muito a falta dele.
Benjamim foi para o primeiro ano da escola, aprendeu a ler e escrever, esperto, rápido e com habilidades natas, ele lembra muito do que eu era na idade dele.
Ele é amigo sempre, de todos, aquele tipo de pessoa que topa tudo, que tá sempre de boa (menos de manhã cedo). Ele tem sempre um abraço, um sorriso, um beijo. É alguém com quem se pode contar geralmente para tudo, divide o que tem sem pensar, é altruísta embora muito teimoso.
Cada dia que passa eu agradeço o privilégio de ser mãe de alguém como ele. Que com um olhar me desmonta, alguém que inunda o muito com amor.
Sei que ele não tem duvidas do quanto eu o amo e de quanto ele faz a minha vida mais feliz.
E queria repartir isso com o mundo, pode ser piegas, coisa de mãe, mas gostaria que todos soubessem um pouquinho dessa pessoa maravilhosa que é o Benjamim. Parabéns meu filho por seus 7 anos e por tudo que você é.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Ser mãe, a melhor parte de mim
Eu nunca tentei engravidar...
Sabe aquelas muitas mulheres que chegam em uma etapa de sua vida e programam uma gravidez, vão ao médico, fazem exames, começam tomar vitaminas e então tentam?
Isso nunca aconteceu comigo, agora esperando o quarto bebê tenho a impressão que fui lançada na maternidade meio que de paraquedas, cada gestação trouxe consigo o gostinho de surpresa, embora em umas eu estivesse desprevenida e mais suscetível, todas as vezes em que tive a confirmação do positivo vieram com uma dúvida, coisa que acredito que uma mulher que se prepara não tem.
Logo que casei descobri a gravidez do Adrian, foi de uma forma inusitada, gravidez adiantada e confirmada pelas batidas do coração dele.
Do Benjamim a confirmação chegou através de um exame de sangue, um beta com índice maior que 80.
A Baby era para ser um cisto, foi isso que a médica me disse quando fui ao seu consultório e sai de lá com uma requisição para uma ecografia, exame esse que identificou um ser minúsculo de 4 semanas e me deixou sem chão por um momento.
Nessa gestação a descoberta veio por conta de um exame de farmácia, foi o terceiro que fiz em toda a minha vida, fiz esperando que desse negativo como os anteriores, fiz com o coração apertado, e não deu tempo nem de pensar assim que levantei o palitinho a segunda listra estava tão forte quando a primeira, gravidissima, extremamente grávida...
E agora faltando apenas 3 meses para a chegada da pequena, tenho me questionado como mãe, pensado em que posso ser melhor, e avaliado esses quase 9 anos de maternidade ativa em que me desdobrei da melhor forma que consegui, em que por diversas vezes tive que recorrer a Deus para ter uma luz e outras tantas recorri a minha mãe que tá mais pertinho.
Cheguei essa semana a conclusão que estou sim muito preparada para essa nova jornada, que ser mãe é uma das minhas maiores conquistas, que sou uma pessoa melhor pelo simples fato de tentar ser melhor por eles que são a melhor parte de mim.
Cada gravidez teve seu momento, momentos esses que se entrelaçam e transformam minha vida em simples e puro AMOR.
Sabe aquelas muitas mulheres que chegam em uma etapa de sua vida e programam uma gravidez, vão ao médico, fazem exames, começam tomar vitaminas e então tentam?
Isso nunca aconteceu comigo, agora esperando o quarto bebê tenho a impressão que fui lançada na maternidade meio que de paraquedas, cada gestação trouxe consigo o gostinho de surpresa, embora em umas eu estivesse desprevenida e mais suscetível, todas as vezes em que tive a confirmação do positivo vieram com uma dúvida, coisa que acredito que uma mulher que se prepara não tem.
Logo que casei descobri a gravidez do Adrian, foi de uma forma inusitada, gravidez adiantada e confirmada pelas batidas do coração dele.
Do Benjamim a confirmação chegou através de um exame de sangue, um beta com índice maior que 80.
A Baby era para ser um cisto, foi isso que a médica me disse quando fui ao seu consultório e sai de lá com uma requisição para uma ecografia, exame esse que identificou um ser minúsculo de 4 semanas e me deixou sem chão por um momento.
Nessa gestação a descoberta veio por conta de um exame de farmácia, foi o terceiro que fiz em toda a minha vida, fiz esperando que desse negativo como os anteriores, fiz com o coração apertado, e não deu tempo nem de pensar assim que levantei o palitinho a segunda listra estava tão forte quando a primeira, gravidissima, extremamente grávida...
E agora faltando apenas 3 meses para a chegada da pequena, tenho me questionado como mãe, pensado em que posso ser melhor, e avaliado esses quase 9 anos de maternidade ativa em que me desdobrei da melhor forma que consegui, em que por diversas vezes tive que recorrer a Deus para ter uma luz e outras tantas recorri a minha mãe que tá mais pertinho.
Cheguei essa semana a conclusão que estou sim muito preparada para essa nova jornada, que ser mãe é uma das minhas maiores conquistas, que sou uma pessoa melhor pelo simples fato de tentar ser melhor por eles que são a melhor parte de mim.
Cada gravidez teve seu momento, momentos esses que se entrelaçam e transformam minha vida em simples e puro AMOR.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Agora, somos seis
Esse post demorou pra sair viu?
Estava morrendo de saudades do cantinho como sempre, mas as coisas andaram complicadas por aqui, desde de fevereiro estou em um correria danada.
Assuntos para outros posts: Curso de Confeitaria, Baby operada, Desenvolvimento escolar do meninos e Baby internada.
E a partir de hoje irão começar postagens sobre gravidez, pois a blogueira que vos fala será mãe novamente.
Estou grávida de 16 semanas e ainda não caiu bem a ficha, muita gente pergunta, como assim, de novo?
Sim novamente carrego uma sementinha dentro de mim, fruto do meu relacionamento de 10 anos com o Adenil. Serão 4 filhos e aquele post que eu faria de tudo dividido por 5, agora será por 6.
Porém estou tão surpresa quanto as pessoas que me perguntam sobre o "de novo". Demorou para eu entender que vou começar tudo de novo, só de pensar me dá uma preguiça danada, penso nas coisas que precisam ser feitas e em todo o caminho que temos pela frente e me dá um friozinho na barriga.
Essa é a primeira gestação em que me questiono se realmente darei conta, será?
Porque afinal eu sei mais ou menos como vai ser e pensem serão 4 personalidades diferentes para cuidar, amar, proteger, entender... enfim não acho que vai ser simples.
Mas, Deus dá os grandes desafios para os grandes guerreiros, acredito que ele confia na minha capacidade mesmo eu própria duvidando.
Estou contente, lendo o blog essa semana vi um texto em que eu dizia que, quando estava noiva do Adenil pensava em ter 4 filhos, e agora fechamos a conta. Será mais uma alegria, hoje mesmo estávamos falando, imagine se tivéssemos programado para ter somente 2 filhos, o que seria de nossa vida sem a Baby. É impensável viver sem ela, assim como será impensável pensar em viver sem o bebê assim que ele nascer.
Já fiz duas ecografias e o bebê é super saudável, tive bastante enjoos e como sempre ando muito cansada.
Agora que estou em casa os posts serão bem mais frequentes com certeza, sempre pensei que tinha começado o blog tarde de mais, pois a Baby já um aninho quando comecei escrever.
Um beijo no coração!
Estava morrendo de saudades do cantinho como sempre, mas as coisas andaram complicadas por aqui, desde de fevereiro estou em um correria danada.
Assuntos para outros posts: Curso de Confeitaria, Baby operada, Desenvolvimento escolar do meninos e Baby internada.
E a partir de hoje irão começar postagens sobre gravidez, pois a blogueira que vos fala será mãe novamente.
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| Modelo da net, mas não deu muito certo! |
Estou grávida de 16 semanas e ainda não caiu bem a ficha, muita gente pergunta, como assim, de novo?
Sim novamente carrego uma sementinha dentro de mim, fruto do meu relacionamento de 10 anos com o Adenil. Serão 4 filhos e aquele post que eu faria de tudo dividido por 5, agora será por 6.
Porém estou tão surpresa quanto as pessoas que me perguntam sobre o "de novo". Demorou para eu entender que vou começar tudo de novo, só de pensar me dá uma preguiça danada, penso nas coisas que precisam ser feitas e em todo o caminho que temos pela frente e me dá um friozinho na barriga.
Essa é a primeira gestação em que me questiono se realmente darei conta, será?
Porque afinal eu sei mais ou menos como vai ser e pensem serão 4 personalidades diferentes para cuidar, amar, proteger, entender... enfim não acho que vai ser simples.
Mas, Deus dá os grandes desafios para os grandes guerreiros, acredito que ele confia na minha capacidade mesmo eu própria duvidando.
Estou contente, lendo o blog essa semana vi um texto em que eu dizia que, quando estava noiva do Adenil pensava em ter 4 filhos, e agora fechamos a conta. Será mais uma alegria, hoje mesmo estávamos falando, imagine se tivéssemos programado para ter somente 2 filhos, o que seria de nossa vida sem a Baby. É impensável viver sem ela, assim como será impensável pensar em viver sem o bebê assim que ele nascer.
Já fiz duas ecografias e o bebê é super saudável, tive bastante enjoos e como sempre ando muito cansada.
Agora que estou em casa os posts serão bem mais frequentes com certeza, sempre pensei que tinha começado o blog tarde de mais, pois a Baby já um aninho quando comecei escrever.
Um beijo no coração!
terça-feira, 11 de março de 2014
Primeiro dia de aula e um "Q" de preocupação
Nunca é fácil, em quase 4 anos de aulas em escolinha e escola deixar os meus filhos aos cuidados de outras pessoas não é fácil!
Em 2009 o Adrian foi para o maternal 3, ficou exatamente 6 meses em adaptação, pois não gostava de tirar o cochilo da tarde, chorei feito criança quando cheguei em casa, ele ficou chorando e as coisas foram logo se ajeitando ele não chorava se não tivesse que ficar para dormir.
Em 2010 eu grávida da Baby, coloquei o Bj na mesma escolinha que o Adrian estudava, chorou muito e eu chorei também, os primeiros 2 meses foram difíceis, e tivemos recaídas ao longo dos 3 anos que ele ficou lá.
Em 2011 Adrian ingressa no primeiro ano do fundamental 1, ele não chorou no primeiro dia de aula, eu e meu esposo deixamos ele, reservado e tímido, mas feliz. Vim para casa chorando como sempre. No segundo ano ele chorou, não queria ficar no primeiro dia, depois foi tranquilo.
2013, foi o primeiro ano do Bj na escola, a mesma que o Adrian estuda, fiquei impressionada com a maturidade do Adrian e com a serenidade do Bj, ele que estava ávido por aprendizado e tornou-se um aluno excelente, considerado muito quieto.
Esse ano como um dejavú, no primeiro dia de aula do segundo ano o Bj chorou, enquanto esperávamos a professora chamar seu nome, eu estava com a mão em seu peito e o seu coração estava acelerado, foi o terceiro a ser chamado mas o primeiro da fila. Seguiu de mãos dadas com a professora e eu fui atrás com o Adrian. Quando cheguei ele já estava sentado na primeira carteira próximo da janela, fui até ele para lhe dar um beijo e nesse momento seus olhos verteram lágrimas que ele estava reprimindo até minha chegada. Conversamos e ele me disse que não conseguia parar de chorar porque ficaria com muitas saudades minhas.
Saí da sala com o coração apertado, não chorei, ainda tinha de levar o Adrian em sua sala, este foi sem grandes preocupações, só me pediu para não ficar beijando-o na frente dos colegas.
Antes de sair fui olhar o Bj de longe, já não chorava porém estava sério aguardando o primeiro dia de aula.
Vim caminhando o trajeto da escola até em casa, durante 30 minutos chorei e refleti porque eles choram no primeiro dia do segundo ano de aula. Deduzi que é esse o momento que eles percebem "um dos cortes do cordão", no segundo ano eles sabem exatamente como vai ser o ano todo e sentem que estão crescendo e que nada poderá impedir esse crescimento.
Minha preocupação é: até quando vou chorar quando eles forem pra escola?
Ps: esse post foi longo e demorou mais de um mês para ser concluído e ainda acho que ele não disse tudo o que devia.
Em 2009 o Adrian foi para o maternal 3, ficou exatamente 6 meses em adaptação, pois não gostava de tirar o cochilo da tarde, chorei feito criança quando cheguei em casa, ele ficou chorando e as coisas foram logo se ajeitando ele não chorava se não tivesse que ficar para dormir.
Em 2010 eu grávida da Baby, coloquei o Bj na mesma escolinha que o Adrian estudava, chorou muito e eu chorei também, os primeiros 2 meses foram difíceis, e tivemos recaídas ao longo dos 3 anos que ele ficou lá.
Em 2011 Adrian ingressa no primeiro ano do fundamental 1, ele não chorou no primeiro dia de aula, eu e meu esposo deixamos ele, reservado e tímido, mas feliz. Vim para casa chorando como sempre. No segundo ano ele chorou, não queria ficar no primeiro dia, depois foi tranquilo.
2013, foi o primeiro ano do Bj na escola, a mesma que o Adrian estuda, fiquei impressionada com a maturidade do Adrian e com a serenidade do Bj, ele que estava ávido por aprendizado e tornou-se um aluno excelente, considerado muito quieto.
Esse ano como um dejavú, no primeiro dia de aula do segundo ano o Bj chorou, enquanto esperávamos a professora chamar seu nome, eu estava com a mão em seu peito e o seu coração estava acelerado, foi o terceiro a ser chamado mas o primeiro da fila. Seguiu de mãos dadas com a professora e eu fui atrás com o Adrian. Quando cheguei ele já estava sentado na primeira carteira próximo da janela, fui até ele para lhe dar um beijo e nesse momento seus olhos verteram lágrimas que ele estava reprimindo até minha chegada. Conversamos e ele me disse que não conseguia parar de chorar porque ficaria com muitas saudades minhas.
Saí da sala com o coração apertado, não chorei, ainda tinha de levar o Adrian em sua sala, este foi sem grandes preocupações, só me pediu para não ficar beijando-o na frente dos colegas.
Antes de sair fui olhar o Bj de longe, já não chorava porém estava sério aguardando o primeiro dia de aula.
Vim caminhando o trajeto da escola até em casa, durante 30 minutos chorei e refleti porque eles choram no primeiro dia do segundo ano de aula. Deduzi que é esse o momento que eles percebem "um dos cortes do cordão", no segundo ano eles sabem exatamente como vai ser o ano todo e sentem que estão crescendo e que nada poderá impedir esse crescimento.
Minha preocupação é: até quando vou chorar quando eles forem pra escola?
Ps: esse post foi longo e demorou mais de um mês para ser concluído e ainda acho que ele não disse tudo o que devia.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Passeio de férias - Conheça o circuito de atividade do Doki
Sair com os três é sempre um desafio, e bem cansativo, só que vale muito a pena, embora cansados eles chegam em casa com sorrisos enormes e ficam comentando por dias os passeios.
Combinei com a minha irmã, que tem mais 3 filhos e assim fomos eu, ela e meu irmão (15 anos) com seis crianças, Adrian e Anthony de oito, Bj de seis, Arthur de 5, Baby de 3 e Esthela de 1, pensem na diversão.
Particularmente não sabia o que nos aguardava, sabia que era um evento gratuito e do Doki, e fiquei bem satisfeita com o que encontrei.
Eles participam de um circuito de atividades, começa as 14 horas e tem de pegar o ingresso com 30 minutos de antecedência para cada circuito, que levam em torno de 25 minutos para ser concluídos, de 5 em 5 minutos entra uma turma com 6 crianças ( as nossas formaram uma única turma). Os circuitos encerram as 20 horas, sendo que só pode pegar o passe até as 19 horas e 30 minutos.
Dentro do circuito tem as seguintes fases: Alongamento, corrida de saco, corrida de obstáculos, jogo de basquete e orientações sobre saúde. No final eles ganham um squezze e podem tirar foto no pódio. Os pais acompanham tudo do lado de fora. As meninas de cada estação são atenciosas e pacientes.
Eles cansaram, eles riram, correram e amaram. Um divertimento total. Após as atividades tomamos um sorvete e viemos para casa, já que estavam todos esgotados e o calor em Curitiba tá de "matar".
Sábado e domingo a Anabela, amiguinha do Doki vai estar presente no circuito as 13h, 16h, 17h e 19h para que os pais possam fotografar os filhos com ela. Precisa pegar o vale foto com 30 minutos de antecedência.
Para quem não foi, o evento encerra dia 26/01 , ainda dá tempo de aproveitar. Eu super recomendo.
Ps: dos meus filhos a que mais ficou apaixonada foi a Baby.
domingo, 22 de setembro de 2013
Reunião Escolar
Eu sempre achei muito importante as reuniões escolares,
afinal as crianças passam grande parte do seu dia com a professora e elas
conhecem o outro lado. Aquele que não é mostrado para nós as “mães”, aquele
lado independente e cidadão, que só aparece quando vivemos em grupo e longe das
mães. Junto da mãe o filho é um ser
sempre dependente, podem reparar, mesmo quando crescem se a mãe está por perto,
o filho pensa antes de falar, dá aquela olhadinha de canto para ver se a mãe
está olhando.
Lembro-me de quando a minha mãe foi em uma apresentação
minha na creche, me lembro de ter me esforçado para fazer o melhor, porque era
para a minha mãe. Lembro também de quando eu estava no ensino médio e ela teve de ir buscar meu boletim devido á uma nota vermelha, me lembro do frio na
barriga e de pensar: _ Bom, pelo menos só tem uma vermelha e o resto das notas
estão altas.
Mas o fato da minha mãe se importar, de ir até lá, isso teve
um profundo valor dentro de mim, acredito que nossas mães são protagonistas
na nossa vida, que tudo que vem delas tem um sabor diferente. Mas como mãe e
filha sei que agimos de forma diferente quando não estamos na nossa casa. E por
isso vejo a importância em ir até a escola e conhecer um pouco mais dos meus
filhos quando não estão ao meu lado.
Por exemplo, eu tinha uma visão do Bj, o mais arteiro dos
meus filhos, o mais apegado, o mestre da persuasão. Fiquei realmente preocupada
com a chegada dele no ambiente escolar, onde a liberdade é maior e o indivíduo
é tratado como único, na escola não tem a professora que pega no colo, que ajuda
a comer. Confesso que fiquei com medo que Bj se mostrasse tão peralta como era
na creche. E eis que me surpreendi, pois ele é um exemplo de aluno, calmo,
responsável e considerado até quieto demais pelas professoras. (um Bj
desconhecido pra mim).
Adrian por sua vez, anda em uma fase de responder, questionar
e brigar. Porém na escola é um doce, compreensivo e colaborador. Quando vou à
reunião, sinto como se estivesse no caminho certo, já que dentro de casa, dou
limites, valores e amor, mas nem sempre comigo eles demonstram que
compreenderam, só que na escola eles agem como meninos de bem, com valores,
educação e respeito. E isso realmente não tem preço, e só sei por que vou até
lá e acompanho os passos de meus pequenos.
Boa semana!!!!
domingo, 4 de agosto de 2013
Um Pouquinho mais de Férias
Eu sempre detestei voltar para escola no meio da semana, gostava de retornar as segundas.
Eis que agora eu sou mãe e cabe a mim enviar ou não os meninos para escola conforme o calendário, porém eu se eu não gostava de voltar no meio da semana por que eu farei isso com eles?
Então, por diversos fatores decidi prorrogar as férias por mais dois dias, e como foram divertidos esses dias, Adenil (papai) só vai trabalhar semana que vem e agora eu me organizei em uma rotina de trabalho que não é muito puxada, já pensando em passar mais tempo com eles.
Nós aproveitamos intensamente essas férias, o legal de passarmos tanto tempo juntos é ver a personalidade de cada um se moldando e ver como eles aprendem com a gente.
Tenho me surpreendido com o Adrian pelo seu senso de responsabilidade por se o mais velho, como eu já disse aqui, ele está amadurecendo e se mostrando um menino muito justo e sábio.
O Bj me ilumina com seu jeito meigo, que embora escondido dentro de um menino peralta se mostra cada vez mais, com uma doçura que vai além da minha compreensão. Disse-me que não está com saudades da escola, porém fez as aulas de leitura com grande entusiasmo.
A Baby por sua vez está aprendendo muita coisa em contato com os irmãos, alternando a preferência de um e do outro, ela é a princesinha deles o que a torna por diversas vezes muito "chata".
Essa semana colocarei os passeios feitos durante as férias que foram alguns, não muitos porque o tempo não ajudou e postarei mais brincadeiras e indicações de filmes que assistimos nas férias.
O jeito agora é se preparar para o retorno das aulas que será amanhã, torçam para que ocorra tudo bem, embora já passei por isso várias vezes, ainda sinto um certo frio na barriga.
Beijoss.
Eis que agora eu sou mãe e cabe a mim enviar ou não os meninos para escola conforme o calendário, porém eu se eu não gostava de voltar no meio da semana por que eu farei isso com eles?
Então, por diversos fatores decidi prorrogar as férias por mais dois dias, e como foram divertidos esses dias, Adenil (papai) só vai trabalhar semana que vem e agora eu me organizei em uma rotina de trabalho que não é muito puxada, já pensando em passar mais tempo com eles.
Nós aproveitamos intensamente essas férias, o legal de passarmos tanto tempo juntos é ver a personalidade de cada um se moldando e ver como eles aprendem com a gente.
Tenho me surpreendido com o Adrian pelo seu senso de responsabilidade por se o mais velho, como eu já disse aqui, ele está amadurecendo e se mostrando um menino muito justo e sábio.
O Bj me ilumina com seu jeito meigo, que embora escondido dentro de um menino peralta se mostra cada vez mais, com uma doçura que vai além da minha compreensão. Disse-me que não está com saudades da escola, porém fez as aulas de leitura com grande entusiasmo.
A Baby por sua vez está aprendendo muita coisa em contato com os irmãos, alternando a preferência de um e do outro, ela é a princesinha deles o que a torna por diversas vezes muito "chata".
Essa semana colocarei os passeios feitos durante as férias que foram alguns, não muitos porque o tempo não ajudou e postarei mais brincadeiras e indicações de filmes que assistimos nas férias.
O jeito agora é se preparar para o retorno das aulas que será amanhã, torçam para que ocorra tudo bem, embora já passei por isso várias vezes, ainda sinto um certo frio na barriga.
Beijoss.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Qual a hora de dar independência para os filhos?
Desde que eu fui mãe, eu morro de medo.
Tenho medo de tudo, de que eles se machuquem, que eles fiquem com frio, fome, dor, medo de que eles não se sintam amados e seguros. Por conta desse medo talvez eu seja muito chata, talvez eu não permita o crescimento deles e morro de medo que isso aconteça.
Sempre que eles pedem para eu vesti-los, descascar um fruta, ou fazer algo que eu sei que eles sabem fazer, eu faço pensando que pode ser uma forma de demonstrar carência, mas me sinto culpada, pensando se estou ou não agindo corretamente.
Porém eu tenho 3 filhos, são de idades diferentes, habilidades diferentes e o desenvolvimento também é diferente em cada um, sendo assim fica muito complicado acompanhar a evolução e deixar que eles se desenvolvam conforme a necessidade e idade de cada um.
Eis que chego no meu maior dilema, o Adrian irá fazer 8 anos, está no terceiro ano e por ser mais velho quer mandar nos irmãos, mas além disso ele quer enxugar a louça, arrumar a mesa, varrer a casa e chegamos ao ponto que me fez refletir, ele quer ir na quitanda que fica á 50 metros da minha casa sozinho, ele quer comprar as coisas sozinho ( figurinhas e doces) e isso me deixa preocupada e com medo!
E tenho mais um problema nesse processo, que se chama Bj, meu filho do meio com quase 6 anos é bastante evoluído, se destaca pela esperteza e maturidade. Eu não acho certo ele ter o mesmo tratamento do Adrian no que se diz respeito á independência, mas isso acaba sendo inevitável já que ele apresenta as mesmas vontades e tem a mesma capacidade.
Por enquanto eu tô soltando aos poucos, dando pequenas tarefas que acho adequadas, como recolher os brinquedos, dobrar as cobertas, ajudar a arrumar a mesa, colocar água para os cães, percebo que para eles isso representa uma evolução e as tarefas mostram que de alguma forma eles cresceram e estão fazendo parte e sendo independentes.
O Adrian já foi duas vezes na quitanda, sob minha supervisão, como não tem de atravessar a rua, eu fico no portão olhando ele ir e voltar. O Bj não me pediu para ir, mas sei que no fundo ele também gostaria, só que provavelmente só deixarei ano que vem.
Para finalizar ontem fomos ao shopping e pela primeira vez eles foram ao banheiro masculino sozinhos - eu fiquei de guarda na porta e fiz o Adrian voltar lá chamar o Bj que estava demorando muito ( 2 minutos, risos), mas foi uma certa dose de independência, não acham? Além de não pagarem mico de ir ao banheiro das senhoritas.
Bem, fica a pergunta, será que um dia não terei mais esse medo???
terça-feira, 16 de julho de 2013
Dica para a hora de vestir
Quando escolhemos as roupas para nossos bebês fazemos isso com muito carinho, desde que eles estão na barriga até quando eles crescem, adoramos ver nossos filhos arrumadinhos e lindos. Porém chega uma fase em que eles não querem por as roupas que escolhemos e se arrumar para sair acaba sendo uma tarefa árdua e podemos facilmente perder a nossa paciência, pois geralmente as crianças testam o nosso limite e são bem persistentes.
Embora geralmente as meninas sejam mais vaidosas o meu maior problema na hora de vestir sempre foi o Benjamim desde que ele aprendeu a falar e escolher a nossa briga é constante na hora de vestir, nunca quer por o que eu peço, sempre quer por roupas que gosta e que já estão bem gastas de tanto ele usar, para quem está passando por isso uma forma que uso para que na hora de sair não demore muito e que ele fique satisfeito é a seguinte:
Quando vou preparar a roupa, seleciono 2 ou 3 combinações dentro do que eu acho ideal para o lugar aonde iremos. E peço para ele escolher uma dessas opções, funciona porque ele vê que também decide o que vai usar.
O que eu achei muito interessante, é que fazem mais de 3 anos que uso esse método e nessa semana eu vi a " supernanny" falando a mesma coisa para uma mãe que tinha essa dificuldade.
Esse método por mim foi aprovado!!!!
Embora geralmente as meninas sejam mais vaidosas o meu maior problema na hora de vestir sempre foi o Benjamim desde que ele aprendeu a falar e escolher a nossa briga é constante na hora de vestir, nunca quer por o que eu peço, sempre quer por roupas que gosta e que já estão bem gastas de tanto ele usar, para quem está passando por isso uma forma que uso para que na hora de sair não demore muito e que ele fique satisfeito é a seguinte:
Quando vou preparar a roupa, seleciono 2 ou 3 combinações dentro do que eu acho ideal para o lugar aonde iremos. E peço para ele escolher uma dessas opções, funciona porque ele vê que também decide o que vai usar.
O que eu achei muito interessante, é que fazem mais de 3 anos que uso esse método e nessa semana eu vi a " supernanny" falando a mesma coisa para uma mãe que tinha essa dificuldade.
Esse método por mim foi aprovado!!!!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Entrevista com os meninos!
Aqui em casa nós temos umas brincadeiras muito particulares, essa se chama entrevista, e como o nome diz são feitas várias perguntas com o entrevistado, eu gosto porque assim fico sabendo do que eles gostam e suas variações e é um momento em família muito divertido. Eu super recomendo, eles se soltam, adoram. Segue abaixo uma que eu anotei.
Qual a letra que você mais gosta do alfabeto?
Adrian : Q
Bj : B
Qual a cor que você mais gosta?
Adrian: Azul
Bj: Verde
Qual a comida que você mais gosta?
Adrian: Bolo e brigadeiro.
Bj: carne, linguiça, arroz , feijão e batata frita.
Qual a menina que você mais gosta?
Adrian : Karen*
Bj : a mãe
Qual a brincadeira que você mais gosta?
Adrian: Futebol e corda
Bj: a do silêncio e jogar vídeo game obs: a do silêncio porque ele queria ficar em silêncio,(risos)
Qual é o passeio que você mais gosta??
Adrian e Bj : Shopping
Qual o desenho que você mais gosta?
Adrian: Ben 10
Bj: Sonic obs: não sei onde ele viu.
Qual o programa de tv que você mais gosta??
Adrian: Carrossel
Bj : Raul Gil
Qual a história que você mais gosta?
Adrian: Peter Pan
Bj: A flor que não queria sair.
O que você mais gosta de fazer com sua mãe?
Adrian: dar abraços
Bj: dar beijos
Quem é seu melhor amigo?
Adrian: Benjamim
Bj: Adrian
As respostas são inusitadas, eu aconselho a fazer separadamente se for fazer com mais de um, dá próxima vez farei um vídeo.
Se alguém fizer conta pra gente, adoramos entrevistas.
* nome fictício para preservar a amiguinha.
Qual a letra que você mais gosta do alfabeto?
Adrian : Q
Bj : B
Qual a cor que você mais gosta?
Adrian: Azul
Bj: Verde
Qual a comida que você mais gosta?
Adrian: Bolo e brigadeiro.
Bj: carne, linguiça, arroz , feijão e batata frita.
Qual a menina que você mais gosta?
Adrian : Karen*
Bj : a mãe
Qual a brincadeira que você mais gosta?
Adrian: Futebol e corda
Bj: a do silêncio e jogar vídeo game obs: a do silêncio porque ele queria ficar em silêncio,(risos)
Qual é o passeio que você mais gosta??
Adrian e Bj : Shopping
Qual o desenho que você mais gosta?
Adrian: Ben 10
Bj: Sonic obs: não sei onde ele viu.
Qual o programa de tv que você mais gosta??
Adrian: Carrossel
Bj : Raul Gil
Qual a história que você mais gosta?
Adrian: Peter Pan
Bj: A flor que não queria sair.
O que você mais gosta de fazer com sua mãe?
Adrian: dar abraços
Bj: dar beijos
Quem é seu melhor amigo?
Adrian: Benjamim
Bj: Adrian
As respostas são inusitadas, eu aconselho a fazer separadamente se for fazer com mais de um, dá próxima vez farei um vídeo.
Se alguém fizer conta pra gente, adoramos entrevistas.
* nome fictício para preservar a amiguinha.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Corações Apaixonados!?
E os meninos estão crescendo...
Hoje pela manhã estávamos tomando nosso café e o Bj ( 5anos) solta a seguinte frase:
_ Mãe tem uma menina apaixonada por mim!
E eu com a maior cara de não-sei-o-quê fiquei olhando para ele sem saber o que responder, após um momento de suspense eu tentando mostrar a maior naturalidade perguntei:
_ É meu filho como você sabe, ela te disse?
_ Na verdade ela fica implicando comigo mãe, mais também me disse que toda a família dela quer me conhecer.
Meu coração gelou, eu engasguei , devo ter ficado branca igual papel, o que??? A menina além de implicar com ele ainda queria algo sério?? Com a minha cara entre o riso e a indignação, perguntei o nome da cidadã, e é G.
Ele estava super orgulhoso e descontraído me contando, achei bonito isso, o compartilhar com a mãe, pois pela risadinha do Adrian (7anos) ele já sabia, cumplicidade de irmãos como sempre.
E sabem, eu tô perdida já venho passando por isso com o Adrian faz tempo, ele todo ano tem uma amiguinha especial , ano passado ele estava encantado com a K. como relatei aqui! Essa menina partiu o coração dele, quando falou claramente que preferia ser amiga de um tal de L. do que dele, conversei, tentei contornar e talvez ele tenha superado , nessa altura do ano ainda não se encantou com nenhuma outra menina, a K. ainda está presente em nossas conversas embora que se sem o mesmo entusiasmo, mas o Adrian é o mais velho e faz algum tempo que venho lidando com suas amizades apaixonadas e confesso ainda não me sinto confortável , então nem bem tô me ajustando com o Adrian, vem o meu caçula, o meu dengo , o meu ursinho ( momento exagero ) e me sai com uma dessas?? É demais pra mim gente...
Eu sou nova demais para ser sogra, e estou conhecendo o meu lado mega ultra ciumenta, nem do maridão tenho tanto ciúmes assim, na verdade acredito que não é ciúmes e sim cuidado, proteção, afinal quem quer ver o seu filho sofrer por amor, mesmo sendo um amor infantil, se não correspondido pode fazer o pimpolho ficar triste e me contem que mãe aguenta isso? Acho que nenhuma né e o que não me conformo é saber que isso tende a piorar.
Bem acho que é isso um post desabafo, agora vou aproveitar e chamegar a Baby (2 anos) que ainda é apaixonada exclusivamente pelo pai.
Beijos
Hoje pela manhã estávamos tomando nosso café e o Bj ( 5anos) solta a seguinte frase:
_ Mãe tem uma menina apaixonada por mim!
E eu com a maior cara de não-sei-o-quê fiquei olhando para ele sem saber o que responder, após um momento de suspense eu tentando mostrar a maior naturalidade perguntei:
_ É meu filho como você sabe, ela te disse?
_ Na verdade ela fica implicando comigo mãe, mais também me disse que toda a família dela quer me conhecer.
Meu coração gelou, eu engasguei , devo ter ficado branca igual papel, o que??? A menina além de implicar com ele ainda queria algo sério?? Com a minha cara entre o riso e a indignação, perguntei o nome da cidadã, e é G.
Ele estava super orgulhoso e descontraído me contando, achei bonito isso, o compartilhar com a mãe, pois pela risadinha do Adrian (7anos) ele já sabia, cumplicidade de irmãos como sempre.
E sabem, eu tô perdida já venho passando por isso com o Adrian faz tempo, ele todo ano tem uma amiguinha especial , ano passado ele estava encantado com a K. como relatei aqui! Essa menina partiu o coração dele, quando falou claramente que preferia ser amiga de um tal de L. do que dele, conversei, tentei contornar e talvez ele tenha superado , nessa altura do ano ainda não se encantou com nenhuma outra menina, a K. ainda está presente em nossas conversas embora que se sem o mesmo entusiasmo, mas o Adrian é o mais velho e faz algum tempo que venho lidando com suas amizades apaixonadas e confesso ainda não me sinto confortável , então nem bem tô me ajustando com o Adrian, vem o meu caçula, o meu dengo , o meu ursinho ( momento exagero ) e me sai com uma dessas?? É demais pra mim gente...
Eu sou nova demais para ser sogra, e estou conhecendo o meu lado mega ultra ciumenta, nem do maridão tenho tanto ciúmes assim, na verdade acredito que não é ciúmes e sim cuidado, proteção, afinal quem quer ver o seu filho sofrer por amor, mesmo sendo um amor infantil, se não correspondido pode fazer o pimpolho ficar triste e me contem que mãe aguenta isso? Acho que nenhuma né e o que não me conformo é saber que isso tende a piorar.
Bem acho que é isso um post desabafo, agora vou aproveitar e chamegar a Baby (2 anos) que ainda é apaixonada exclusivamente pelo pai.
![]() |
| Adrian o galanteador!!! |
Beijos
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
E assim começaram as aulas...
Quinta 14/02
Eu relatei aqui , estava bem preocupada como seria a adaptação do Bj (05) no primeiro ano, mas como é necessário essa ida para escola, fui conversando com ele durante as férias, explicando como seria bom , que a escola tem mais recursos que a creche e tudo isso , o Adrian (07) que já está no terceiro ano incentivou bastante o irmão e se achou o "veterano", dizendo o que tinha e o que não tinha, explicando regras , achei interessante ver que em nenhum momento o Adrian falou algo de ruim da escola e guardou para si os próprios medos, deixando assim o Bj mais seguro. E assim nós fomos acostumando a ideia uma semana antes das aulas começaram , arrumamos materiais, separamos uniformes e passamos vários momentos do dia falando da escola, comparando com a novelinha do sbt e isso foi empolgando o Bj. No primeiro dia ele acordou antes de todos, levantei , ajudei na hora da troca de roupa e da higiene , a ansiedade dos dois era tanta que não conseguiram tomar café, e como assim que eles chegam tem o cafezinho eu não insisti, fomos todos, papai, mamãe e irmã acompanhar os meninos, na divisão das turmas, o papai foi com o Adrian e eu fiquei com o Bj , tirei fotos e ele estava bem sério. Porém logo encontrou alguns conhecidos e seu rosto foi suavizando, sai com o coração tranquilo.
Terça 19/02
Foi o meu primeiro dia de aula na faculdade, eu fiz enem e consegui uma bolsa pelo prouni, na Uniseb Interativa no curso de letras-inglês , vou fazer á distância pois é o ideal como não tenho com quem deixar a Baby, nesse primeiro dia de aula percebi que escolhi o curso certo, eu já havia começado a cursar uma faculdade há 5 anos, fiz um semestre não continuei e hoje acredito que era porque não era o curso que eu gostava. Vi também que por ser interativo é bem mais fácil de compreender e percebi que vai ver bem puxado, e que realmente vou aprender. É bem isso que estava procurando, uma formação em que eu possa fazer o que eu goste e adquira conhecimento.
Nesse dia arrumei a casa, tomei um banho antes de ir buscar os meninos , ás 17h30 eu estava em casa com os meninos, apressadamente servindo o café da tarde e explicando para o Adrian o que eles iriam jantar, o maridão chega ás 18h30 o que dá meia hora de trabalho para a vó, já que saí as 18h, não antes sem me olhar no espelho e notar a mesma ansiedade e seriedade que vi no Bj dia 14, me senti como uma criança de 5 anos indo para o seu primeiro dia de aula e eu nem posso chorar (risos). No fim da aula liguei para minha mãe ir me buscar pois nossos horários coincidiram e ela estava próxima e no fundo tudo o que eu queria após o primeiro dia de aula era a "minha mãe".
Quarta 20/02
Por esse sentimento que ainda estava dentro de mim , o fato de eu querer mais que tudo estar perto da minha mãe, entendi o choro do Bj nessa última quarta. Ele chorou muito para entrar no colégio, como sempre chorava nos primeiros dias de cemei , eu percebi que a fina linha que o mantinha firme havia se quebrado na noite anterior com a minha ida pra faculdade, o fez concluir na cabeça dele que teria menos tempo com a mãe, e como ele ainda não se sente seguro, perder mais algumas horas do lado da mãe desencadeou uma carência e insegurança sem controle.
Para ajudá-lo tive uma conversa séria , regada com muito beijo e massagem nas costas, onde expliquei novamente todos os motivos "do ir pra escola" e selamos um acordo.
E hoje ele foi sem choro.
E por aí , me contem?
Eu relatei aqui , estava bem preocupada como seria a adaptação do Bj (05) no primeiro ano, mas como é necessário essa ida para escola, fui conversando com ele durante as férias, explicando como seria bom , que a escola tem mais recursos que a creche e tudo isso , o Adrian (07) que já está no terceiro ano incentivou bastante o irmão e se achou o "veterano", dizendo o que tinha e o que não tinha, explicando regras , achei interessante ver que em nenhum momento o Adrian falou algo de ruim da escola e guardou para si os próprios medos, deixando assim o Bj mais seguro. E assim nós fomos acostumando a ideia uma semana antes das aulas começaram , arrumamos materiais, separamos uniformes e passamos vários momentos do dia falando da escola, comparando com a novelinha do sbt e isso foi empolgando o Bj. No primeiro dia ele acordou antes de todos, levantei , ajudei na hora da troca de roupa e da higiene , a ansiedade dos dois era tanta que não conseguiram tomar café, e como assim que eles chegam tem o cafezinho eu não insisti, fomos todos, papai, mamãe e irmã acompanhar os meninos, na divisão das turmas, o papai foi com o Adrian e eu fiquei com o Bj , tirei fotos e ele estava bem sério. Porém logo encontrou alguns conhecidos e seu rosto foi suavizando, sai com o coração tranquilo.
Terça 19/02
Foi o meu primeiro dia de aula na faculdade, eu fiz enem e consegui uma bolsa pelo prouni, na Uniseb Interativa no curso de letras-inglês , vou fazer á distância pois é o ideal como não tenho com quem deixar a Baby, nesse primeiro dia de aula percebi que escolhi o curso certo, eu já havia começado a cursar uma faculdade há 5 anos, fiz um semestre não continuei e hoje acredito que era porque não era o curso que eu gostava. Vi também que por ser interativo é bem mais fácil de compreender e percebi que vai ver bem puxado, e que realmente vou aprender. É bem isso que estava procurando, uma formação em que eu possa fazer o que eu goste e adquira conhecimento.
Nesse dia arrumei a casa, tomei um banho antes de ir buscar os meninos , ás 17h30 eu estava em casa com os meninos, apressadamente servindo o café da tarde e explicando para o Adrian o que eles iriam jantar, o maridão chega ás 18h30 o que dá meia hora de trabalho para a vó, já que saí as 18h, não antes sem me olhar no espelho e notar a mesma ansiedade e seriedade que vi no Bj dia 14, me senti como uma criança de 5 anos indo para o seu primeiro dia de aula e eu nem posso chorar (risos). No fim da aula liguei para minha mãe ir me buscar pois nossos horários coincidiram e ela estava próxima e no fundo tudo o que eu queria após o primeiro dia de aula era a "minha mãe".
Quarta 20/02
Por esse sentimento que ainda estava dentro de mim , o fato de eu querer mais que tudo estar perto da minha mãe, entendi o choro do Bj nessa última quarta. Ele chorou muito para entrar no colégio, como sempre chorava nos primeiros dias de cemei , eu percebi que a fina linha que o mantinha firme havia se quebrado na noite anterior com a minha ida pra faculdade, o fez concluir na cabeça dele que teria menos tempo com a mãe, e como ele ainda não se sente seguro, perder mais algumas horas do lado da mãe desencadeou uma carência e insegurança sem controle.
Para ajudá-lo tive uma conversa séria , regada com muito beijo e massagem nas costas, onde expliquei novamente todos os motivos "do ir pra escola" e selamos um acordo.
E hoje ele foi sem choro.
E por aí , me contem?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Primeiro Ano Escolar! (Bj)
Confesso que quando o Bj foi para escola eu sofri muito, muito mesmo. Lembro-me que estava grávida da Baby e que Adrian já frequentava a escolinha fazia um ano ( detalhe, Adrian ficou mais de 5 meses em adaptação, ficava somente até a hora do almoço) quando eu fiz a inscrição , eu fiz para os dois, porém somente Adrian conseguiu e no ano seguinte insisti muito para conseguir uma vaga para o Bj, eles estudam em escola pública, primeiro porque escola particular é muito cara e segundo, a escola deles é maravilhosa, e acho que a escolha da escola tem de ser com o coração também.
Bj vai para a escolinha desde de 2010, tem muitos amigos e se dá muito bem com as professoras e funcionários da escola, a adaptação dele demorou um mês, mas nós tivemos uma experiência bem traumática antes dele entrar no cemei ( escolinha onde estuda) , vou explicar. Um pouco antes da vaga ser liberada no cemei , me encaminharam para uma escola conveniada com o governo, ela é paga, mas como não tinha vaga na pública eles não iriam me cobrar e eu achei que facilitaria o fato dele estar nessa para conseguir a vaga na qual eu queria, foi um erro. Lá não tinha processo de adaptação, tínhamos de deixar a criança o dia todo já no primeiro dia, e Bj que até então só havia ficado comigo ficou chorando, e chorando e chorando, chegou a ter febre, em apenas 5 dias ficou com infecção de garganta e ouvido, coisa rara para ele, estava quase desistindo de deixá-lo na escola pois eu via e sentia que ele não estava bem e eu também não, até que ponto devemos fazer o que a sociedade acha certo? E porque mesmo eu queria que o Bj fosse para escola, por que ele que pedia, pelo irmão que chorava, por estar grávida e pensar que fosse melhor quando o bebê chegasse ou também porque chega uma fase que os de "fora" ficam pressionando, da mesma forma que pressionam para que a gente desmame ou desfralde um filho.
Esse ano Bj vai mudar de escola, o cemei é uma escola para crianças até 5 anos (pré), e no ano em que completam 6 anos eles vão para o primeiro ano do ensino fundamental no cei, que é mesma escola que o Adrian estuda há 2 anos, é uma ótima escola, porém aquele sentimento de insegurança está dentro de mim. Estou tentando reverter esse medo, para que ele não perceba, sei que é importante para ele, sei que faz parte, mas... Como é dífícil a gente desapegar, criar o filho para o mundo, soltar a mão e deixar que eles tenham a sua própria vida. E é interessante a forma como vemos cada filho, e a mistura de sentimentos que temos por cada um, com a mesma intensidade e de formas diferentes.
O jeito é pagar pra ver e vir aqui contar como que será esse primeiro ano!
Volto depois do dia 14/02 , contar como foi o primeiro dia de aula.
Gostou do post? Você também pode gostar de:
* E quem não tem opção ? ( escolas)
* Escolinhas...
* Quando as Coisas Mudam...
Bj vai para a escolinha desde de 2010, tem muitos amigos e se dá muito bem com as professoras e funcionários da escola, a adaptação dele demorou um mês, mas nós tivemos uma experiência bem traumática antes dele entrar no cemei ( escolinha onde estuda) , vou explicar. Um pouco antes da vaga ser liberada no cemei , me encaminharam para uma escola conveniada com o governo, ela é paga, mas como não tinha vaga na pública eles não iriam me cobrar e eu achei que facilitaria o fato dele estar nessa para conseguir a vaga na qual eu queria, foi um erro. Lá não tinha processo de adaptação, tínhamos de deixar a criança o dia todo já no primeiro dia, e Bj que até então só havia ficado comigo ficou chorando, e chorando e chorando, chegou a ter febre, em apenas 5 dias ficou com infecção de garganta e ouvido, coisa rara para ele, estava quase desistindo de deixá-lo na escola pois eu via e sentia que ele não estava bem e eu também não, até que ponto devemos fazer o que a sociedade acha certo? E porque mesmo eu queria que o Bj fosse para escola, por que ele que pedia, pelo irmão que chorava, por estar grávida e pensar que fosse melhor quando o bebê chegasse ou também porque chega uma fase que os de "fora" ficam pressionando, da mesma forma que pressionam para que a gente desmame ou desfralde um filho.
Esse ano Bj vai mudar de escola, o cemei é uma escola para crianças até 5 anos (pré), e no ano em que completam 6 anos eles vão para o primeiro ano do ensino fundamental no cei, que é mesma escola que o Adrian estuda há 2 anos, é uma ótima escola, porém aquele sentimento de insegurança está dentro de mim. Estou tentando reverter esse medo, para que ele não perceba, sei que é importante para ele, sei que faz parte, mas... Como é dífícil a gente desapegar, criar o filho para o mundo, soltar a mão e deixar que eles tenham a sua própria vida. E é interessante a forma como vemos cada filho, e a mistura de sentimentos que temos por cada um, com a mesma intensidade e de formas diferentes.
| Vestidinho de ir para escola. |
Volto depois do dia 14/02 , contar como foi o primeiro dia de aula.
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
E a vida passa...
Essas últimas semanas, assim como o meu ano inteiro foram cheias de serviço e de desafios, tenho cuidado da casa e da minha saúde e principalmente do aniversário do Adrian , como festa grande dá trabalho hein, mas me surpreendi comigo mesma no dia em que fui comprar os doces e descartáveis para o niver e como não posso sair todo dia resolvi fazer a proeza de comprar tudo no mesmo dia, um dia em que fui ao médico por sinal, pensem , o dia todo andando , escolhendo, comprando e ainda sai bem triste do médico, caminhei horrores e quando as sacolas começaram a cortar as mãos , é isso que acontece quando se faz mais do que deve (risos) e apenas lembrei do sorriso do Adrian e por ele vale a pena, e tirando forças de onde não tinha eu prossegui.
Cuida de casa, trabalha fim de semana , festinha de encerramento do Bj, entrega de parecer do Adrian, chegada do Pai Noel e "meo Deus" já faltavam somente 8 dias para o aniversário e eu nada tinha feito, somente comprado as coisas e agora? Mãos a obra, 400 salgados em um dia, 100 no outro, cuida de criança, faz lanchinho, 650 doces em outro dia e já estamos na sexta, ufa! Só faltam as balas de coco e o bolo, os enfeites das mesas ficam por conta do maridão, assim como ontem ele fez os pacotes de lembrancinhas, gente não foi fácil , mas estamos conseguindo dentro do prazo afinal, e tudo passa muito rápido, os horas , os dias , as semanas e o natal já está aí.
Sem esquecer que durante esse começo de mês teve o sorteio do amigo parentes ( secreto) , idas á casa da mamãe, que coloquei o tal do DIU ( mais assunto para 2013) , que fui no bazar de roupas usadas, que montei a árvore de natal ( foto no próximo post) , e assim a vida vai passando para todos nós , vida cheia e feliz, com seus altos e baixos , dores e sorrisos, e nesse meio tempo ainda vejo no face as crianças que ainda ontem eram bebês , enormes , falantes e andantes e muito "aprontantes".
E que a vida continue passando para todos nós e que continue assim recheada de coisas para fazer, de planos, e de amores, um beijo no coração de todos e me desejem sorte a festinha do Adrian é domingo, tô indo lá assar o bolo.
A Poesia é , Ou Isto ou Aquilo - Cecília Meireles
Cuida de casa, trabalha fim de semana , festinha de encerramento do Bj, entrega de parecer do Adrian, chegada do Pai Noel e "meo Deus" já faltavam somente 8 dias para o aniversário e eu nada tinha feito, somente comprado as coisas e agora? Mãos a obra, 400 salgados em um dia, 100 no outro, cuida de criança, faz lanchinho, 650 doces em outro dia e já estamos na sexta, ufa! Só faltam as balas de coco e o bolo, os enfeites das mesas ficam por conta do maridão, assim como ontem ele fez os pacotes de lembrancinhas, gente não foi fácil , mas estamos conseguindo dentro do prazo afinal, e tudo passa muito rápido, os horas , os dias , as semanas e o natal já está aí.
Sem esquecer que durante esse começo de mês teve o sorteio do amigo parentes ( secreto) , idas á casa da mamãe, que coloquei o tal do DIU ( mais assunto para 2013) , que fui no bazar de roupas usadas, que montei a árvore de natal ( foto no próximo post) , e assim a vida vai passando para todos nós , vida cheia e feliz, com seus altos e baixos , dores e sorrisos, e nesse meio tempo ainda vejo no face as crianças que ainda ontem eram bebês , enormes , falantes e andantes e muito "aprontantes".
E que a vida continue passando para todos nós e que continue assim recheada de coisas para fazer, de planos, e de amores, um beijo no coração de todos e me desejem sorte a festinha do Adrian é domingo, tô indo lá assar o bolo.
| Cantando e recitando poesia que lindo!!! |
Ou Isto ou Aquilo
Durante o ano eles tiveram um projeto chamado café com poesia, onde foram apresentadas várias poesias, e essa foi uma das que eles leram , linda!!!
A reunião do Adrian foi mais formal, sem apresentações, somente conversa com os professores, o que percebi, foi que ele tem mais aptidão para artes do que para esportes, que teve uma queda no desenvolvimento , só que a professora disse que não é grave, é um bom aluno e colega , porém tem de ser incentivado para que possa desenvolver todo o seu potencial.
Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
| Indo no encerramento do Bj e buscar o parecer do Adrian! |
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Sentido Falta de Amamentar!!
Por mim a Baby mamaria até hoje, eu queria que ela tivesse mamando e mamasse até os 3 anos no mínimo, isso era o que eu pensava, idealizava, já que Adrian parou com 1 ano e 2 meses porque eu esperava o Bj que por sua vez parou com 8 meses, nesse pensamento me dei conta que Bj parou de mamar muito cedo e tentei me lembrar do porquê , e parando para pensar ele poderia ter mamado mais (culpa de mãe), o Bj era muito alérgico, então ele tinha crise de renite e me mordia, o Bj já comia comida normal com 8 meses, então ele começou a querer mamar a noite toda de hora em hora, quando o Bj mamava ele esvaziava o meu seio e eu me sentia muito cansada, acredito que foram os principais motivos do desmame dele, e me lembro que ele acordava 0h00 para mamar, nessa hora eu dei uma mamadeira e ele nem notou, simples assim , bem diferente do irmão que ficava aos prantos, e pedia muito.
Retornando a Baby, ela é super saudável, mamou até os 11 meses, se alimenta muito bem, só que ela nunca foi muito fã de peitos, lembro-me de ter de acordá-la para mamar e desde de sempre mamou de 4 em 4 horas, não ofereceu resistência nem para novos alimentos (contanto que seja de morno para frio), e nem a mamadeira que ofereci quando ela desmamou somente, alias ela ainda mama mamadeira ( assunto para outro post) , só que fica sem mamadeira tranquilo, não sei se é porque chupa o dedo que ela não é fã de mama, pelo fato dela mamar pouco o meu leite foi diminuindo e secou e assim ocorreu o desmame.
Penso que se tiver outro filho talvez ele mame mais, talvez não, é uma coisa que a gente não sabe muito , só sabe na hora, a única certeza que tenho é de que amamentar foi uma das melhores escolhas que fiz para os meus filhos, eu nunca tive dúvidas de que seria capaz, tinha medo de como fazer, devia ter feito mais, como não posso voltar atrás, fica registrado um exemplo, pensem antes de desmamar.
Ps: Não tenho foto amamentando!
Retornando a Baby, ela é super saudável, mamou até os 11 meses, se alimenta muito bem, só que ela nunca foi muito fã de peitos, lembro-me de ter de acordá-la para mamar e desde de sempre mamou de 4 em 4 horas, não ofereceu resistência nem para novos alimentos (contanto que seja de morno para frio), e nem a mamadeira que ofereci quando ela desmamou somente, alias ela ainda mama mamadeira ( assunto para outro post) , só que fica sem mamadeira tranquilo, não sei se é porque chupa o dedo que ela não é fã de mama, pelo fato dela mamar pouco o meu leite foi diminuindo e secou e assim ocorreu o desmame.
Penso que se tiver outro filho talvez ele mame mais, talvez não, é uma coisa que a gente não sabe muito , só sabe na hora, a única certeza que tenho é de que amamentar foi uma das melhores escolhas que fiz para os meus filhos, eu nunca tive dúvidas de que seria capaz, tinha medo de como fazer, devia ter feito mais, como não posso voltar atrás, fica registrado um exemplo, pensem antes de desmamar.
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| Bj tinha acabado de mamar! |
domingo, 18 de março de 2012
Conheçam criação by Adrian!
Mãe da Hora apresenta orgulhosamente uma criação de Adrian:
NICOLAU O VAMPIRO QUE TINHA DE SER MAL.
NICOLAU O VAMPIRO QUE TINHA DE SER MAL.
Nicolau era um vampiro legal.
Mais seu pai lhe dizia: _ Nicolau você deve ser mal.
Nicolau não sabia por onde começar.
Pois queria amigos com quem brincar.
E o pai sempre lhe repetia: _ Nicolau você deve ser mal.
Nicolau tentava, tentava sem querer desrespeitar o pai.
Mas maldade mesmo, coisa de vampiro, ele não fazia, pois tinha um grande coração!
E o pai lhe repetindo: _ Ai, Nicolau porque você não é mal?
Um dia Nicolau sorria! Descobriu que nasceu para amigos ter. Que o pai lhe perdoasse.
Porque Nicolau nunca quis ser mal.
Fim
Essa é uma das histórias que fizemos juntos eu e o meu artista de 6 anos.
Beijos
domingo, 11 de março de 2012
Caça ao Tesouro!
Benjamim de 4 anos pedia para ir pra escolinha quando tinha 2 anos, e vai desde então, porém não é muito fã por ser muito apegado a mim, então durante esses dois anos escolares eu tenho de utilizar além de muita conversa, artimanhas para convencê-lo a ir para a escola sem choro.
E da-lhe paciência e inventividade para que essa ida seja harmônica, no começo desse ano ele não fez cenas porque o irmão estava de chorôro , e como ele é sempre do contra mostrava que estava super bem , só porque o Adrian chorava ( como contei aqui) e agora que está tudo resolvido o Benjamim voltou com o show na hora de acordar para ir para a escola!
Então decidi dar um motivo para a ida sem choro, uma brincadeira, na quinta avisei que quem fosse para a escola sem choro teria direito de participar de uma caçada ao tesouro assim que chegasse em casa.
E funcionou, embora o Benjamim ainda não soubesse bem o que iria acontecer, cedeu e foi tranquilo.
Durante a tarde eu preparei as pistas, e cada pista tinha a inicial de um nome para que os dois participassem , e perto da chegada deles eu coloquei cada pista em seu devido lugar e arrumei os "tesouros" ( uma caixa de massinha e um pirulito pra cada), cada um no seu devido lugar.
Foi impressionante a correria e os sorrisos a cada pista encontrada e decifrada, eu fui junto , e lia as pistas para o Benjamim , já o Adrian lia as deles e os dois iam correndo aos locais indicados, foi pura diversão.
Quando terminamos, escutei a pergunta que eu queria. _ Mãe quando vai ter outra caça ao tesouro?
E da-lhe paciência e inventividade para que essa ida seja harmônica, no começo desse ano ele não fez cenas porque o irmão estava de chorôro , e como ele é sempre do contra mostrava que estava super bem , só porque o Adrian chorava ( como contei aqui) e agora que está tudo resolvido o Benjamim voltou com o show na hora de acordar para ir para a escola!
Então decidi dar um motivo para a ida sem choro, uma brincadeira, na quinta avisei que quem fosse para a escola sem choro teria direito de participar de uma caçada ao tesouro assim que chegasse em casa.
E funcionou, embora o Benjamim ainda não soubesse bem o que iria acontecer, cedeu e foi tranquilo.
Durante a tarde eu preparei as pistas, e cada pista tinha a inicial de um nome para que os dois participassem , e perto da chegada deles eu coloquei cada pista em seu devido lugar e arrumei os "tesouros" ( uma caixa de massinha e um pirulito pra cada), cada um no seu devido lugar.
Foi impressionante a correria e os sorrisos a cada pista encontrada e decifrada, eu fui junto , e lia as pistas para o Benjamim , já o Adrian lia as deles e os dois iam correndo aos locais indicados, foi pura diversão.
| Começamos já na chegada! |
| Onde podemos molhar os cabelos? |
| Onde a mamãe dorme? |
| Onde guardamos as frutas? |
| Onde ficam as roupas da irmã? |
| Achamos... |
Quando terminamos, escutei a pergunta que eu queria. _ Mãe quando vai ter outra caça ao tesouro?
E eu digo:
_ Sexta que vem se vocês forem para a escola sem chorar todos os dias.
Espero que funcione, pois o Adrian entendeu na conversa, o Benjamim ainda não tem maturidade para entender, ou apenas não quer entender, vamos ver se funciona com recompensa, além de acabar com um problema a gente se diverte.
Não coloquei a foto de todos os lugares de pistas , ao total foram 10 , uma brincadeira fácil e divertida para fazermos com nossos filhos.
O que acharam?
Beijos e boa semana.
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