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domingo, 6 de maio de 2012

Sobre Liberdade.

Quando eu estava na sexta série do ensino fundamental, assisti uma palestra onde a professora falava de liberdade e libertinagem, ela dizia que a minha liberdade termina onde começa a do outro e a partir do momento que eu invadir a liberdade do outro isso se tornará libertinagem.
Pois bem , uma lição para vida aprendida no auge do meus onze anos, e como ensino isso para os meus filhos? Como fazer eles entenderem até onde vai a liberdade deles, liberdade de se expressar, liberdade de fazer...
Por exemplo, eles acordam super cedo, tá certo , entendo que o corpinho deles se habitue nesse horário e que mesmo nos fins de semana, o horário biológico é 7 horas, porém, nem o pai, nem eu e nem a irmã acordamos ainda, e eles ficam na maior algazarra, e bagunça com a gente ainda dormindo, isso pra mim se torna libertinagem, é invasivo demais. Todos os fins de semana é a mesma coisa e eu converso e tento explicar que tem de respeitar quem ainda está dormindo que eles devem ir até o meu quarto e falar comigo baixinho se quiserem algo, o Adrian(06) entendeu, porém o Bj (04) tem dificuldades em compreender, então me pergunto, ele ainda é muito jovem , ou eu não estou explicando direto?
Mais uma situação que me deixa na saia justa, o Bj , quando não gosta de um presente , ele reclama para a pessoa que o presenteou, eu acho isso muito chato, já conversamos com ele e tenho visto melhora, mas, não estou tirando a liberdade dele se expressar?
Como é difícil formarmos um cidadão de acordo com o que é imposto pela sociedade, porque ninguém quer que seu filho seja chamado de mal educado, mais até onde vai a liberdade dele, e até onde
eu posso podar essa liberdade, sem torná-lo uma pessoa sem opinião, sem saber se impor na hora certa?
Alguém ai tem alguma dica?
Bjos e boa semana
Uma conversa entre amigos, que liberdade gostosa essa!

domingo, 28 de agosto de 2011

Mais de um!

Eu tinha 15 anos e minha irmã tinha 10 anos quando o meu irmão caçula nasceu, e eu confesso fiquei morrendo de ciúmes, minha irmã nem tanto, mais eu que tinha morado muitos anos com minha avó e tinha voltado a morar com minha mãe fazia menos de um ano fiquei muito insegura com a chegada do novo integrante, achei que minha mãe não me daria atenção, que não iria mais me amar e olha que eu já era adolescente. Agora imagine uma menina filha única com 9 anos, como se sente com a chegada de um menino em sua casa, essa é a história de uma amiga minha que diz estar passando momentos difíceis com a filha mais velha, eu entendo o sentimento dela, com toda a certeza ela ama muito o irmão, mais está sentindo muita insegurança, achando que não será mais tão amada quanto foi até então, na verdade ela já viveu uma boa parte da vida sozinha com tudo somente para ela então acha que fazendo coisas de bebê , vai chamar a atenção da mãe e não vai ficar em segundo plano, minha amiga me contou que até mamadeira a filha mais velha quis usar.
Bem , por outro lado tem a mãe que fica perdida sem saber como agir, a minha não deu bola pois eu já era grandinha e quando o meu irmão nasceu eu passei a ajudá-la e meu cíume foi sumindo, porém no caso da minha amiga acho que terá de ter muita paciência e compreensão até que sua filha perceba que irá ficar tudo bem, e claro fazê-la participar das atividades do irmão e de vez enquando deixar o bebê com o pai, para terem um tempo de fazer coisas de mulher, e acredito que logo essa fase irá passar.
Grandes irmãos, e com certeza também
grandes amigos.

Hoje esse é meu grande amor, irmão e amigo
e faria tudo para vê-lo feliz!


















O tempo é o senhor da razão.


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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mala, Malagueta e Maleta.

Gente , eu estava conversando com a minha mãe sobre as diferenças dos bebês e como é interessante que mesmo nascidos do mesmo pai e mesma mãe, morando na mesma casa , tendo a mesma educação, eles sáo muito diferentes. Então minha mãe disse que é sempre assim, um pimenta, um calmo e um pimenta, ou vice e versa. Bem vou falar por mim, que tenho a fórmula do calmo, pimenta e calmo, comigo funcionou,começaremos pelo calmo.
O MALA!
O MALA
Adrian tem 5 anos e 8 meses, não é muito chegado no sono desde que nasceu, porém se deixá-lo com uma caixa de lápis de cor e um caderno, não tenho mais criança, quando pegou catapora e ficou em casa de quarentena , era como se ele estivesse na escola, só aparecia para comer. Mais é um mala , porque reclama de tudo, nada pode estar sujo,ou fora do lugar, fora a reclamação Adrian é muito calmo.


Conto de malice.
Um dia estavámos na casa da minha irmã e o Adrian foi fazer   xixi lá no banheiro ele perguntou: _ Mãe, onde eles tomam banho? Eu mostrei   o box e falei ,ali filho, a resposta foi:_ Nossa, eles não tem nem tapete para por os pés. Até parece que a gente que ensina uma coisa dessas.


O MALAGUETA!
Benjamim, tem 3 anos e 11 meses, sempre gostou de dormir sozinho, é mais independente que o irmão, mais também muito mais genioso, pimenta que só ele, a gente sempre sabe quando ele está por perto, parece que tem um furacão em casa quando ele não vai para escola, exige minha atenção o tempo todo, e tem que ser vigiado, pois está sempre aprontando, quebrando , se machucando, incomondando, só que quando vai levar bronca, mostra as canjicas (dentes) e a gente se derrete.Ele definitivamente não consegue ficar horas desenhando como o Adrian, tem que brincar lá fora, correr, andar de tico, pular, senão não tem quem aguente.
O MALAGUETA
( obs: chorando para não tirar foto)


Conto de Malaguetice:
Ele não quer mais ir para  a escola , mais levanta se arruma parece que tá tudo bem , quando a condução chega se joga e a gente tem que levantar 20 kilos de gostosura e arremessar dentro da van e na volta que ele deveria estar com pressa de estar em casa, ele se joga no chão e daí coitada da tia Marly , é uma luta, vai dizer que isso não é coisa de pimenta.



A MALETA!
Babylove tem 1 ano e 2 meses, cada dia mais parecida com o Adrian, muito calma, que chega a dar tédio, adora uma tv, brinca quietinha com bonecas e carrinhos, realmente não tem nenem, somente quando tá com sono o que é normal. Eu chamo de maleta porque ainda tenho que carrega-la para todos os lugares.

Conto de Maletice:
A MALETA
Faz uns dois meses , eu havia trocado a fralda dela e sai por um momento para jogar a fralda no lixo e esqueci o lenço umidecido do lado dela, e ela como toda criança começou a tirar os lenços do pote, no momento em que apareci na porta ela jogou o pote longe e ficou me olhando com cara que quem não estava fazendo nada, uma atitude de maletice perfeita.


E vocês, como são seus filhos, calmos ou pimentas?


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